
Admito:
Por tempos sofri, aprisionada aos fantasmas do que passou e não queria ser esquecido. Eu quis o fim da minha existência! E quando quase o atingi, por não agüentar mais as correntes que me prendiam ao que deveriam ser apenas lembranças remotas, eu aprendi uma valiosa lição. Percebi que meu passado poderia ser meu maior inimigo, ou poderia ser meu grande mestre. Foi apenas uma questão de escolha, e de entender que a dor é inevitável para todos os seres humanos, mas o sofrimento é uma opção. Se ver preso aos fatos negativos e destrutivos do passado, é negar o presente e se arrepender no futuro. É preciso entender que há valiosas lições nos nossos erros e na nossa dor.
Admito:
Por vezes cai e não quis levantar, com medo de uma futura queda. Quando mais tive certeza que estava no caminho certo, eu cai. Fui de encontro ao chão. Algumas vezes, derrubada pelas eventualidades da vida, algumas vezes, cai tentando ultrapassar obstáculos que, posteriormente, julguei intransponíveis e não me dei o trabalho de tentar novamente. Mas eu só apenas não era capaz de perceber que quando caímos devemos ter humildade de conhecer mais de perto o chão em que pisamos, e tirar dele apoio e forças para levantar e continuar caminhando, mesmo com a possibilidade de novas quedas.
Admito:
Por vezes procurei a felicidade na aceitação dos outros, achando que só seria feliz se fosse aprovada por tudo e por todos. Então embarquei em supervalorização de coisas supérfluas, e numa busca desenfreada para conseguir obter a imagem perfeita. Por isso, acabei criando ao redor de mim um mundo barato e vendido, cheio de pessoas interesseiras e falsas. Só consegui perceber meu erro quando paguei preços muito caros por não entender que a felicidade está nas coisas pequenas e impagáveis da vida.
Admito:
Por certo tempo me permiti ser apenas mais um rosto na multidão. Deixei-me levar pela correnteza de uma sociedade que precisa rever seus alicerces ou pensar seriamente em um controle mais rígido da natalidade, a fim de preservar a sua existência e desacelerar a caminhada rumo à autodestruição. Aceitei calada as injustiças do mundo, tomei como minhas as idéias alheias, que na maioria das vezes eram sempre resumidas, limitadas. Eu só precisava entender que todos os meus atos têm conseqüências, não só sobre a minha vida, mas como na de todos que me cercam, aceitando assim o “princípio da co-responsabilidade inevitável” que diz que nossos atos são uma conseqüência em cadeia sobre o destino do mundo.
Admito:
Por tempos desacreditei no amor, por achar que ele jamais bateria na minha porta. O medo de ficar sozinha me levou a acreditar que o amor era apenas um sentimento fantasioso, da cabeça de tolos apaixonados que não podem viver sozinhos. E com isso tudo, aprendi que é preciso mudar para evoluir... E evoluir é uma escolha.
Por tempos sofri, aprisionada aos fantasmas do que passou e não queria ser esquecido. Eu quis o fim da minha existência! E quando quase o atingi, por não agüentar mais as correntes que me prendiam ao que deveriam ser apenas lembranças remotas, eu aprendi uma valiosa lição. Percebi que meu passado poderia ser meu maior inimigo, ou poderia ser meu grande mestre. Foi apenas uma questão de escolha, e de entender que a dor é inevitável para todos os seres humanos, mas o sofrimento é uma opção. Se ver preso aos fatos negativos e destrutivos do passado, é negar o presente e se arrepender no futuro. É preciso entender que há valiosas lições nos nossos erros e na nossa dor.
Admito:
Por vezes cai e não quis levantar, com medo de uma futura queda. Quando mais tive certeza que estava no caminho certo, eu cai. Fui de encontro ao chão. Algumas vezes, derrubada pelas eventualidades da vida, algumas vezes, cai tentando ultrapassar obstáculos que, posteriormente, julguei intransponíveis e não me dei o trabalho de tentar novamente. Mas eu só apenas não era capaz de perceber que quando caímos devemos ter humildade de conhecer mais de perto o chão em que pisamos, e tirar dele apoio e forças para levantar e continuar caminhando, mesmo com a possibilidade de novas quedas.
Admito:
Por vezes procurei a felicidade na aceitação dos outros, achando que só seria feliz se fosse aprovada por tudo e por todos. Então embarquei em supervalorização de coisas supérfluas, e numa busca desenfreada para conseguir obter a imagem perfeita. Por isso, acabei criando ao redor de mim um mundo barato e vendido, cheio de pessoas interesseiras e falsas. Só consegui perceber meu erro quando paguei preços muito caros por não entender que a felicidade está nas coisas pequenas e impagáveis da vida.
Admito:
Por certo tempo me permiti ser apenas mais um rosto na multidão. Deixei-me levar pela correnteza de uma sociedade que precisa rever seus alicerces ou pensar seriamente em um controle mais rígido da natalidade, a fim de preservar a sua existência e desacelerar a caminhada rumo à autodestruição. Aceitei calada as injustiças do mundo, tomei como minhas as idéias alheias, que na maioria das vezes eram sempre resumidas, limitadas. Eu só precisava entender que todos os meus atos têm conseqüências, não só sobre a minha vida, mas como na de todos que me cercam, aceitando assim o “princípio da co-responsabilidade inevitável” que diz que nossos atos são uma conseqüência em cadeia sobre o destino do mundo.
Admito:
Por tempos desacreditei no amor, por achar que ele jamais bateria na minha porta. O medo de ficar sozinha me levou a acreditar que o amor era apenas um sentimento fantasioso, da cabeça de tolos apaixonados que não podem viver sozinhos. E com isso tudo, aprendi que é preciso mudar para evoluir... E evoluir é uma escolha.
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