segunda-feira, 23 de março de 2020

Mensagem psicografada

Mensagem psicofônica recebida na AMEMG
Data: 16/03/2020
Mentora: Irmã Bernadete
Médium: Roberto Lúcio
 
Neste momento pelo qual este planeta passa, nós gostaríamos de conversar com os nossos irmãos, trazendo-lhes a lembrança de duas grandes obras de arte, ambas muito conhecidas, certamente, pela maioria dos irmãos que aqui se encontram: o quadro do pintor norueguês que nos traz a imagem do “Grito” e uma das mais lindas peças da música de toda a história, que é a “Ode à Alegria”.
No quadro é retratado o desespero, a angústia, a necessidade premente da alma humana de gritar e pedir socorro. Mas fica certamente uma incógnita sobre os reais motivos que passavam pela mente do artista e qual o verdadeiro propósito de uma imagem tão chocante, enquanto como arte é tão bela.
Será que aquele grito era um grito de revolta ou um grito de compreensão da nossa pequenez e da necessidade de buscar ajuda? Será que era apenas desespero ou uma chamada viva para que a humanidade pudesse refletir nas suas dores, nas suas lutas e nas suas deficiências?
Por certo, para muitas criaturas, a frase tão comum, de tempos em tempos, se repetirá: “o mundo nunca viveu tal luta, nunca passou por tão grande crise” e que “o fim está próximo”.
Mais uma vez, a lição que a vida nos conclama periodicamente é a de que entendamos a nossa pequenez, que nos coloquemos no nosso verdadeiro lugar para que aprendamos a lição do respeito e cuidado com tudo e todos, porque a fragilidade da criatura humana é imensa e ela precisa  de forças externas que estimulem as suas forças internas, para que ela vença as suas próprias batalhas.
Outra vez, a Humanidade vive uma mesma fase: a grande e real situação é a da ilusão humana; a ilusão de se acreditar ser o suficientemente forte e que nada pode derrubar; a ilusão de que o poder, seja ele qual for, seria capaz de direcionar  a Terra para os interesses mesquinhos  dos grupos, querendo destituir o poder de Deus, o qual paira sobre toda a criação.
A Humanidade passa e passará ainda por situações extremamente difíceis, por não entender que um ser microscópio é capaz de tirar o equilíbrio de milhares e milhões de seres. Pela ilusão de que o dinheiro e o que ele representa são capazes de dar felicidade e o verdadeiro prazer, quando na verdade é um tesouro falso; e, na questão atual da Terra, uma moeda que não existe, pois o dinheiro apregoado pelo campo da economia e finanças e pelo o qual as criaturas lutam para retê-lo entre os seus dedos, é, como disse, uma ilusão.
No entanto, existe um outro lado.
Particularmente, a minha a minha alma se encanta com essa parte da sinfonia, desse que foi um dos maiores gênios da música universal.  Uma canção composta para ser escutada por alguém que estava fisicamente incapaz de ouvi-la. Um canto harmônico, mavioso, maravilhoso, saído das mãos de um artista que escutava o seu trabalho com os ouvidos da alma, com as fímbrias do coração.
Com todas as suas lutas, com toda a incapacidade no final da vida, perdendo um dos instrumentos mais importantes para o seu trabalho criativo, ele convocava a Humanidade para ver o sofrimento por um outro modo e, apesar de toda a dificuldade, voltar-se para Deus e louvar a alegria de ser seu filho, a alegria de ter o dom da vida e a alegria de reconhecer que é possível fazer o belo, encantar-se com os homens, apesar de todas as lutas e tropeços da caminhada.
Desespero e pânico não nos auxiliarão, atualmente e nos dias próximos e vindouros. Negar o medo é negar o desconhecimento de tantas as coisas e que nós ainda não compreendemos. Mas que esse medo não sirva para atrapalhar a caminhada e sim, para nos ensinar a precaução, a noção de limite, a compreensão da nossa pequenez e, por consequência, a compreensão da grandeza do nosso Pai.
E independente da dor e do desafio, que busquemos forças na alma para louvar a Deus, louvar a alegria e dizer: Meu Pai, nós, teus filhos, te reconhecemos e reconhecemos a Tua Paternidade. Entregamo-nos em tuas mãos e felizes, reconhecemos a Tua Grandeza e Presença em nossas vidas. Queremos dizer ainda: Obrigado, muito obrigado!
Louvado seja o Senhor, louvada seja a Tua criação e que nos entreguemos a todo o momento ao Teu Poder.

sábado, 21 de março de 2020

Corona Vírus

Corona vírus? Há coisas mais mortais que isso. Relacionamentos tóxicos, por exemplo.

Quantos de vocês já foram infectados por essa bactéria que consome nossos dias, debilita totalmente nossa autoestima, enfraquece nossas capacidades de vermos com a razão e reconstruirmos o coração quebrado.

Voa por aí livre esse coronavírus dos relacionamentos. Ele mata lentamente e pode ficar incubado por anos. Conheço casos de pessoas que perderam anos de vida sem nem perceber a doença.

Anota aí os sintomas:
- Solidão (mesmo estando ao lado da pessoa).
- Autoestima no buraco.
- Aceitação de erros repetidos de quem parece não se importar com a dor que causa.
- Noites mal dormidas.
- Promessas não cumpridas.
- Anos que parecem ter sido jogados fora.
- Procrastinação sem atitude para sair daquilo.
- Auto-ilusão de que um dia o outro mudará.

Em caso desses sintomas sua sanidade deverá ser consultada.
________________________

Quer saber o lado bom disso? O antídoto está em você.

Quer se arriscar trocados beijos e fluidos corporais? Pelo menos escolha alguém que lute por você e demonstre sempre não querer lhe ferir.

Todos nós precisaremos pegar ao menos uma vez esse vírus, todos nós precisaremos sobreviver para criarmos imunidade. O que não devemos aceitar é viver em quarentena de nós mesmos, isolados sobre os planos que não se realizaram e os momentos felizes que se tornaram tão raros se comparados a dor.

Seja a vacina que te liberta. Não deixe essa doença do medo e carência lhe tirarem o sorriso para a vida. E quando a cura for completa pode ter certeza que alguém irá amar se contaminar nessa nova e melhor pessoa que você se tornou.

@Felipe_sandrin

quinta-feira, 19 de março de 2020

O que fazer em casa enquanto se está de “quarentena”


Coronavírus não é algo a ser levado na brincadeira. Nós, da redação do Casa.com.br, estamos trabalhando de casa, para diminuir as chances de contaminação do vírus – dos outros e de nós mesmos. Mas, pensando em quem está na quarentena voluntária, separamos algumas atividades para fazer em casa, sem riscos sanitários.

Colocar os filmes em dia






Com a chegada do Covid-19, as empresas de TV a cabo NETSky e Claro liberaram os canais para que as pessoas possam se manter entretidas em casa. Isso inclui até mesmo os cobiçados “Telecines”. Então, aproveite para assistir todos os filmes de herói da Marvel que você perdeu.


Se você estiver na vibe de filmes sobre quarentenas e epidemias, aqui vão algumas sugestões: MoanaEu Sou a LendaContágioEnroladosGuerra Mundial Z A Gripe.
Aqui você confere uma lista de matérias sobre séries 
Arrumar o armário

Há quem diga que uma casa organizada é sinônimo de mente também em ordem. Pode ser verdade ou não, mas de qualquer forma, dá um prazer danado encontrar uma nova configuração para aqueles itens que antes estavam uma bagunça. Se é sanidade mental que você buscas, elencamos aqui 20 formas de organizar o armário do quarto!
Visite museus de forma virtual

Isso mesmo! Do conforto de casa é possível fazer tours virtuais por mais de 1.200 instituições ao redor do mundo. Dentre eles estão Guggenheim Museum, em Nova York e o J. Paul Getty Museum, em Los Angeles.
A desculpa de ter que dar uma saída não existe mais, então aquela bagunça no armário pode finalmente ser organizada.
Aqui você confere uma lista de matéria sobre as exposições virtuais do Google e muito mais sobre tecnologia!
Ler um monte


Esse é o melhor passatempo quando se está em casa. Seja um livro de histórias, poemas, contos, prepare uma boa xícara de chá de para a imunidade e mergulhe na literatura.
Cozinhar ( para quem gosta)

Essa é uma boa opção, especialmente para quem tem filhos e está em quarentena. Receitas simples, como bolos e biscoitos, são excelentes para que os pequenos possam se divertir.
Saiba tudo sobre cozinha clicando aqui!




Filme Bird Box





Protagonizado por Sandra Bullock, o filme “Bird Box”, estreou na Netflix já fazendo barulho e dividindo opiniões. Há os que não se agradaram, os que gostaram muito e, como sempre, os que inevitavelmente comparam com o livro, já que “Bird Box” foi baseado no livro de mesmo nome de Josh Malerman – publicado no Brasil pela Editora Intrínseca com o título “Caixa de Pássaros”.

O filme mostra a história de pessoas que são obrigadas a viver escondidas e vendadas, pois criaturas misteriosas e não visíveis para quem assiste, provocam o suicídio em quem enxergá-las. O maior desafio da personagem de Sandra Bullock é levar seus dois filhos para um abrigo em segurança, mas todo trajeto deve ser feito com venda nos olhos.

Segundo algumas interpretações (muito bem elaboradas, diga-se de passagem), a diretora dinamarquesa Susanne Bier usa o tema do “pós apocaliptico” apenas como metáfora para passar outra mensagem: a questão da depressão que afeta mais e mais pessoas em todo o mundo a cada dia.


Aqui apresentamos uma análise elaborada pela psicologa Gabriela Granero, vale muito a pena a leitura.

No início do filme a personagem principal tem dificuldade de se vincular e mostra uma incapacidade de amar, pinta no quadro a solidão instaurada dentro de si, o que evidencia seus sintomas depressivos e uma latente infelicidade.

Correlacionado ao período que vivemos na qual depressão é a doença do nosso século.
Depois o filme mostra que a “coisa” está se espalhando por todos países e ninguém está imune, a não ser aqueles que não olham, a “coisa” que se espalha, faz uma analogia a sociedade contemporânea, da qual está adoecida, e todos estão se contaminando só de olhar uns para os outros.

Esse adoecimento contemporâneo pode ser visto na enorme quantidade de pessoas com transtornos mentais (depressão, pânico, toc, TAG), além do isolamento social, a invasão tecnológica, o excesso de consumismo, etc.

O pânico é muito bem representado no filme em diversas cenas, mas talvez a mais visível seja quando estão indo ao supermercado e o personagem negro se desespera.

Esses sofrimentos estão levando as pessoas ao suicídios, muito bem representada no filme.
Também podemos relacionar com a onda de suicídios coletivos ocorridos nesse últimos ano, em pessoas de todas as faixas etárias.

Para não se “contaminar” os personagens fecham os olhos, as vezes precisamos fechar os olhos frente aos disparadores que causam adoecimento na contemporaneidade para que possamos sobreviver, porém mais do que fechar os olhos é preciso descobrir uma nova forma de viver.


Porém, se reinventar constitui-se em um árduo trabalho, as vendas fazem alusão a:
Ah, como é difícil se acostumar a viver de uma outra maneira.

A travessia do rio no filme , representa as travessia diária que temos que fazer para não nos contaminarmos/adoecermos, porém essa travessia não é um caminho fácil mais composto de correntezas.

Além do que muitas vezes é preciso fazer difícies escolhas, como no momento que a personagem tem que escolher entre o garoto e a garota.

Quantas vezes na nossa vida não nos vemos em um beco sem saída? Sem saber qual decisão tomar?

Outro ponto são os “loucos” do filme, que fazem alusão aos transtornos mentais inerentes em todos ser humano, na qual ninguém está imune a escapar.

As cenas de suicídios, pânicos são chocantes e metaforicamente representam a fragilidade humana, o desespero muito bem retratado no filme, é o desespero interno que estamos vivenciando.

Outro ponto que não pode ser esquecido, é com relação aos pássaros, sensíveis a captar quando a “coisa” está chegando.

Quantas vezes sentimos uma “coisa” que não sabemos nomear, as vezes não somos capazes de reconhecer nossos próprios sentimentos.

Em uma determinada parte do filme, o personagem Tom diz que teve um sonho na qual os pássaros estavam em um ninho em cima da árvore, e eles foram embora e voaram.

Essa metáfora representa a liberdade emocional e social que todo ser humano almeja, mas que é muito difícil encontrar. Somos como pássaros presos em gaiolas.


As gaiolas representam a escravidão evidenciada no filme, as vendas fazem analogia ao fato de que não estamos vendo a gravidade da nossa situação, com o pânico instaurado a única saída possível é o suicídio. Será que não estamos engaiolados?

Será que não ouvimos vozes que nos querem convencer do contrários? Como a cena em que estão na floresta, a atriz principal e as crianças ouvem vozes que a confundem.
Quantas vozes nos atrapalham o nosso crescimento emocional?

Por fim, quando a personagem faz a travessia do rio, essa desenvolve a sua capacidade de amar, Tom não vai com ela, pois essa travessia é única, muitas vezes temos que fazer-la sozinha.

O final do filme é o mais surpreendente, os únicos que não foram contaminados são os cegos, outra metáfora muito forte.
Eles não vêem fisicamente, mas tem a habilidade de olhar internamente pra si, por isso não são “contaminados pela coisa”.

Ao final a personagem principal, aprende a amar e a lidar com seus sintomas depressivos, a capacidade de amar a salva da sua solidão e dá sentido a sua vida.
Ao dar um nome ao garota e a garota, fica nítido que ela perdeu o medo de se vincular. E perdeu o medo de perder as pessoas, já que essa perdeu sua irmã, sua amiga grávida e outros amigos.

Chegar na comunidade é alcançar a liberdade, representada ao soltar os pássaros da gaiolas, chegar a comunidade é desejo de alcançar a “cura” e mais do que isso fugir desse adoecimento contemporâneo.

Nessa comunidade as pessoas estão convivendo uma com as outras e as crianças estão brincando, e detalhe as crianças não estão no celular.

Porém, ainda sim, os personagens não alcançaram a liberdade em sua completude, pois estão presos em uma “gaiola de pessoas”.

Será possível alcançar a felicidade em sua plenitude?

O conceito de saúde mental de acordo com a OMS é “o completo bem estar físico, mental e social.”
Será possível alcançar essa completude? O sofrimento não é inerente a nossa condição?

Enfim, o filme está cheio de mensagens subliminares mas as vezes estamos com os olhos vendados e não conseguimos ver.

Gabriela Souza Granero é psicóloga,
pós-graduada em psicoterapia psicanálitica pelo Uni-Facef
Mestranda em Psicologia pela UFTM



quarta-feira, 18 de março de 2020

Quarentena

TRANCADOS ...

Sim, há medo. 
Sim, existe isolamento.
Sim, há pânico.
Sim, há doença. 
Sim, existe até a morte. 
Mas, 
Dizem que em Wuhan depois de tantos anos de barulho,
Você pode ouvir os pássaros novamente. 
Dizem que depois de apenas algumas semanas de quietude 
O céu não está mais cheio de fumaça 
Mas azul e cinza e claro. 
Dizem que nas ruas de Assis 
As pessoas estão cantando umas para as outras através dos quarteirões vazios, mantendo as janelas abertas para que aqueles que estão sozinhos possam ouvir os sons das famílias próximas. 
Dizem que um hotel no oeste da Irlanda
Está oferecendo refeições gratuitas e entrega em domicílio. 
Hoje uma jovem que eu conheço está ocupada espalhando panfletos com o número dela pelo bairro
Para que os idosos possam ter alguém para ligar. 
Hoje Igrejas, Sinagogas, Mesquitas e Templos estão se preparando para receber e abrigar os sem-teto, os doentes, os cansados.
Em todo o mundo, as pessoas estão desacelerando e refletindo. 
Em todo o mundo, as pessoas estão olhando para seus vizinhos de uma nova maneira. 
Em todo o mundo, as pessoas estão acordando para uma nova realidade. 
Quão grande somos realmente. 
Quão pouco controle realmente temos. 
Para o que realmente importa
Amar. 
Então oremos e lembremos que 
Sim, há medo. 
Mas não precisa haver ódio. 
Sim, existe isolamento. 
Mas não precisa haver solidão. 
Sim, há pânico. 
Mas não precisa haver maldade. 
Sim, há doença. 
Mas não tem que haver doença da alma.
Sim, existe até a morte. 
Mas sempre pode haver um renascimento do amor. 
Acorde para as escolhas que você faz sobre como viver agora. 
Hoje respire. 
Ouça, atrás dos ruídos fabricados pelo seu pânico. 
Os pássaros estão cantando novamente. 
O céu está clareando, 
A primavera está chegando (no hemisfério norte).
E sempre somos envolvidos pelo amor. 
Abra as janelas da sua alma.
E embora você não seja capaz tocar através do quarteirão vazio, 
Cante. 

Por Pe. Richard Hendrick, Ordem dos Frades Menores

(13 de março de 2020)

Felipe Sandrim

Relacionamento sempre foi e sempre será troca. Não é sobre quem está certo ou errado, mas sim sobre entender que todos nós temos dias ruins.
Ela pode te amar incondicionalmente, mas isso não a protege de acordar triste. Ele pode te proteger com todas as forças, mas nada impede que um dia ele esteja sem forças para lutar por algo.
É isso: troca! Entender que os dias ruins chegam e quando esses dias atacam o outro estarmos forte ao lado da pessoa tanto quanto nos dias bons.
Trocamos no prazer do sexo e no prazer do abraço. Trocamos beijos molhados com tesão por abraços que confortam. Trocamos sorrisos compartilhados pelo ombro quando o outro chora.
Por isso o amor não é para os egoístas. Doar-se numa relação é ao mesmo tempo receber. Nosso melhor e nosso pior se somam, lutamos juntos vencemos ou choramos juntos.
Quando só um faz em breve a solidão se torna a companhia. E quando a solidão ataca um relacionamento, aí já era.
Então dê e tenha certeza de receber. Porque relação é isso... troca. E ela só dura quando os dois entendem isso.

FODA-SE

Te destruíram por dentro? FODA-SE.
Você não vai ser a última pessoa a ter o coração quebrado. Dói, dói muito, mas dói pra todo mundo. Alguns choram, criam olheiras, passam meses no limbo de uma vida sem sentido. Alguns vão pra balada, enchem a cara, voltam para casa no vazio e no dia seguinte tentam repetir tudo apenas para amenizar essa dor que consome.
É foda? É. Mas você não pode se isolar nessa dor, não pode pensar que essa dor é só sua, não, porque essa dor é do mundo. A gente aposta errado e sente como se tivesse perdido tudo. A gente investe nosso melhor, nossos anos, nosso orgulho e nossa esperança de futuro... e puft! Quebramos a cara... TODOS NÓS. Anota aí: Todos nós.
Não acredite naqueles que disfarçam bem, não ache que baladas são celeiros de gente feliz, não ache que o tanto de drogas que precisamos consumir refletem a alegria geral das pessoas a sua volta. Álcool, música depre, perfumes caros e maquiagens exageradas... é tudo pra esconder o sofrimento.
Você chora, você sofre, você perde a esperança? Que bom, são os anticorpos do teu sentimento lutando para te erguerem. Esse desespero e desilusão é a febre querendo expulsar tua doença, tua carência, tua dependência que acaba tornando tuas relações essa angustiante caixinha de surpresas negativas.
Em algum momento você vai ter de acordar, vai precisar perceber que as pancadas as quais a vida dá são apenas para aprendermos a sozinhos levantar. Quer ficar no chão? Vai encontrar apenas gente que rasteja, os coitadinhos e as serpentes. Quer quem está de pé? Quer a mão de alguém que caminhe contigo? Então levante-se SOZINHA.
Primeiro você é tudo o que sonha encontrar, depois, por fim, é alguém que te encontra.

terça-feira, 17 de março de 2020

Felipe Sandrin

Às vezes vocês são bons de cama, mas péssimos para discutir a relação. São bons para rir, mas horríveis para pedirem desculpa. São carinhosos, mas são tão orgulhosos que chega a dar raiva. 
Ser dois é isso, e pense que chato seria encontrar alguém com quem tudo fecha, sem diferenças, sem nada para tentar melhorar e aprender.

Falamos tanto em perfeição hoje em dia, batemos dezenas de fotos para escolher uma, são tantas curtidas no insta, tantos comentários bonitinhos para responder, o mundo parece cheio de opções, mas lá dentro, quando paramos pensar vemos que não há tantas opções assim, por vezes, não há nenhuma.

Então, se você tem alguém: Preserve. Prefira estar errado com a pessoa sorrindo do que estar certo ao lado de alguém triste. Prefira insistir para ganhar um beijo antes que você precise insistir para a pessoa não ir embora para sempre.

São tempos frágeis, com pessoas que se fingem de fortes, mas que não suportariam 1/10 do que nossos pais e avós suportaram.

Vocês são bons em algo juntos, mas são péssimos em outras coisas? Bem, ninguém disse que chamar alguém de 'amor' tornaria tudo mais fácil. Temos medo de perder e por vezes o medo de perder faz a gente se afastar do que mais temos de precioso.

Tome cuidado com isso. Se proteger é bom, salva o coração, mas às vezes nossa melhor proteção é o abraço do outro e tudo de bom que ele tem a nos oferecer.

@felipe_sandrin

Amor além da vida


Amor Alem da Vida 


Chris Nielsen (Robin Williams), Annie (Annabella Sciorra), sua esposa, e os filhos do casal fazem uma família feliz. Mas os jovens morrem em um acidente e o casal é bastante afetado, principalmente Annie. No entanto, eles superam a morte dos filhos e conseguem levar suas vidas adiante, mas quatro anos depois é a vez de Chris morrer em um acidente e ser mandado para o Paraíso. Mas não um Céu com arcanjos e harpas, pois lá cada um tem um universo particular e o dele é uma pintura (sua mulher coordenava uma galeria de arte). Enquanto tenta entender o Paraíso, onde tudo pode acontecer, bastando que apenas deseje realmente, Chris fica sabendo que Annie, dominada pela dor, comete suicídio. Assim, ele nunca poderá encontrá-la, pois os suicidas são mandados para outro lugar. Mesmo assim decide tentar achá-la, apesar de ser avisado que mesmo que a encontre, ela nunca o reconhecerá.

Filme completo 👇🏽
https://cinemp4.com/2016/10/19/amor-alem-da-vida/


segunda-feira, 16 de março de 2020

Felipe Sandrin



Existe uma pessoa que irá lhe derrubar as defesas, ela irá ver além da sua armadura. Alguém que lhe fará sorrir mesmo quando você tentar ficar brabo, alguém que dirá 'vai dar tudo certo' mesmo quando seu dia der por inteiro errado. Existe alguém que vai fazer você deixar de lado esse seu orgulho em dizer: 'Eu sou cabeça dura mesmo'. Por essa pessoa você encontrará um novo eu, as pessoas vão pensar que você mudou seu jeito, mas na verdade o que ocorreu é que finalmente você encontrou alguém que merece esse lado seu.

Há alguém que chegará e mostrará uma nova forma desse você que por tanto tempo você usou para se proteger. Seu rosto sério mostrará ao mundo os sorrisos que guardava, seu olhar desconfiado surgirá com um brilho diferente. Algumas pessoas vão olhar para você e dizer: 'Há ago diferente'. Nesse momento você saberá exatamente o que aconteceu.

Não se trata de alguém nos mudar por dentro, mas sim alguém finalmente nos tocar tão profundo que nos faz querer arriscar essa tão chamada felicidade. É isso, existem pessoas que parecem feitas como a engrenagem que faltava, a pecinha mágica que conectava nossa personalidade dura a esse nosso 'eu' que tanto deixávamos guardados. Então você - sem perceber - provará dessa alegria e esse novo eu tomará um espaço em sua vida onde aprendemos a agradecer.

Agora você finalmente entende o que é essa tal pessoa diferente de todas as outras. E tudo que você havia provado não servirá como comparação. Agora você tem uma nova definição para os sentimentos e nunca mais aceitará menos do que isso.

Esse é o poder de descobrir-se através de alguém. Você descobre não somente o que quer receber, mas sim o tanto que tem para entregar... e é esse entregar que trás uma nova luz para sua vida.

@Felipe_sandrin

A cegueira social e o dever moral dos que enxergam



José Saramago foi um dos maiores intelectuais que nós tivemos nos últimos tempos. Era também um dos maiores críticos da sociedade. Em seu livros Ensaio sobre a Cegueira, lançado em 1995, ele nos deu uma obra prima.


O livro não se trata da cegueira física como nós conhecemos, Saramago usava suas personagens para fazer uma crítica ácida a sociedade, principalmente no que diz respeito à cegueira moral.


Ele deu o nome de “cegueira branca’, no decorrer do livro ele discorre sobre assuntos polêmicos e delicados, já que se trata da “patologia”, como uma das piores doenças humanas.


O termo “cegueira branca” é usado pelo autor para representar o egoísmo, a imparcialidade, o medo, a covardia, a raiva e outros sentimentos que cegam o ser humano e o levam à perdição. As personagens não possuem nomes, características físicas nem comportamentais. Saramago tem uma linguagem muito singular, se você nunca leu nenhum livro dele poderá ter alguma dificuldade no início, pois ele usa poucas virgulas, pontos e parágrafos.


A história começa com a primeira personagem do livro, que ficou cega após um acidente de automóvel. Saramago dá o primeiro soco na cara em todos nós leitores apáticos :


“de repente a realidade tornou-se indiferenciada à sua volta”.


A situação fica bem pior. Com altas doses de sarcasmo e explícita indignação diante do comportamento passivo do ser humano, Saramago lança fortes comentários que levam o leitor a refletir sobre as próprias ações:


“O medo cega (…) são palavras certas, já éramos cegos no momento em que cegamos, o medo nos cegou, o medo nos fará continuar cegos”(…) “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”.


Saramago brinca de maneira proposital com maestria com as palavras “ver” e “olhar”. O “olhar” é visto como o ato de enxergar o que está explícito, isto é, a luta pela comida, a violência imposta pelo mais forte, a ausência de pudor justificada pela nulidade do sentido visual, a tirania do governo.


O ato de “ver” e “reparar” refere-se a se posicionar diante dos fatos e fazer algo para mudar o quadro triste e degradante da sociedade. “Se não formos capazes de viver como pessoas, ao menos façamos tudo para não viver inteiramente como animais.”


A cegueira social é entendida como alienação do homem em relação a ele mesmo. Quando a cegueira branca se torna uma epidemia, os problemas da sociedade ficam expostos e aumentam notavelmente, já que ninguém “enxerga” para mudar. Em outras palavras: as regras da civilização são quebradas e o instinto de sobrevivência toma conta do homem, constatando o velho ditado, “quem pode mais chora menos”.

Em relação a cegueira moral na sociedade, o que mudou de 1995 para cá?


Nós vivemos uma época de claro retrocesso, e cegueira total em relação a temas absurdos, como violência verbal e física, assassinatos, torturas, extremismo político, falsidade ideológica, descaso, sobretudo amor ao ódio e ódio explícito a tudo que é diferente. Aceita-se, passivamente, a violência psicológica e abusiva, dentro de relacionamentos amorosos, profissionais e familiares, só para “não criarem atritos”. Aceita-se a violência social, desde que ela não nos atinja. Finge-se não ver os abusos que as crianças sofrem, para que “famílias” não sejam destruídas”. Aceita-se um governo autoritário, aceita-se um extremista, aceita-se tudo, exceto a necessidade de mudança real. Será que, nós também, não fomos infectados pela cegueira moral e fingimos não perceber?


Saramago nos convida a uma autocrítica e a uma reflexão sobre até que ponto estamos cegos ou somos maldosos:


“-É desta massa que nós somos feitos, metade de indiferença e metade de ruindade.”


Pergunte a si mesmo: até que ponto aguentaremos a violência, os roubos, a tirania como situações normais? Até quando seremos passivos diante da fome alheia? Até quando nossos braços ficarão cruzados sabendo que nossas crianças estão sendo abusadas e maltratadas? Até quando aguentaremos relacionamentos abusivos dentro da própria casa? “Quantos cegos serão precisos para fazer uma cegueira”.


“Por que cegamos, não sei, talvez um dia se chegue a conhecer a razão, Queres que te diga o que penso, diz, Penso que não cegamos, penso que estamos cegos, cegos que vêem, cegos que vendo, não vêem”

O Governo está perfeitamente consciente das suas responsabilidades e espera que aqueles a quem esta mensagem se dirige assumam, como cumpridores cidadãos que devem de ser. as responsabilidades que lhes competem, pensando também que o isolamento em que agora se encontram representará, acima de quaisquer outras considerações, um acto de solidariedade para com o resto da comunidade nacional.” (p. 50)


O livro ganhou uma excelente adaptação no cinema, se você ainda não viu.







Dicas de Filme

Parem de se preocupar um pouco com o coronavirus
Vão se distrair, assistam bons filmes
Vou sugerir alguns.

quinta-feira, 12 de março de 2020

Quem vê cara não vê tesão acumulado! Sthywes Amaro

Preciso desabafar!😔

Comecei a sair com uma mina e nosso relacionamento era perfeito 
Tipo Batman e Robin, Jay e Beyoncé,
Velho barreiro e engov. 
Eu sempre levava álcool e cigarro, ela, as comidas (sem trocadilho). Estava tudo indo perfeitamente lindo até a hora que decidimos transar. 
Depois de falar várias safadagens no whats, marcamos. 
A noite era perfeita.
Naquele clima transante, jazz ao fundo, janela aberta, lua cheia, um vinho de canto e meio maço ao lado. 
E aquela beldade de um metro e meio (minha coluna até chora quando lembra dela, cada envergada pra beija-la era um bico de papagaio no espinhaço).
A gente lá se beijando e foi esquentando, fomos nos despindo e vrau!!! Ela estilo mulher maravilha, de bota calcinha e sutiã. Eu tipo Sonic, só de meia e tênis.
Por incrível que pareça sou um cara tímido pessoalmente, e também sou bem de boas no bate virilha.
E ela era linda, rosto angelical, black imenso, piercing, tatuagem, cara de aluna cdf.
Mas é aquele ditado né: Quem vê cara não vê tesão acumulado. 
E durante o beijo num lance de 3 segundos ela incorporou José Aldo e me jogou na cama numa pegada mais agressiva e eu não entendi o que tava acontecendo 
Ali começou a baixaria... 
Ela me deu um tapa na cara e eu estranhei. Deu outro! 
Questionei: Que porra é essa, lazarenta!? 
Ela começou a gritar umas sacanagens em tons de ameaça. 
Eu já tava na duvida se iria transar ou ser interrogado, era uma mistura de Bruna surfistinha com Capitão Nascimento. Eu tão assustado que nem sabia onde tava o Baiano. 
E mano, eu comecei a sair do clima e o Juca querendo arriar a bateria.
Fiquei em choque se ereto já tava apanhado desse jeito imagina se amolecesse?
Ela vai me asfixiar no travesseiro e reanimar com desfibrilador no meu brioco.
Tentei manter a calma mas era inevitável, já tava apanhando mais que talarico em cela de traficante. Sofrendo mais que corno ouvindo Amado Batista na jukebox do boteco tomando bavária.
De repente num ato de tesão e desespero eu virei ela com as costas pra cama foi, meio Ippon. 
Ai vara vai, soco vem.
Parecia que eu tava atuando em Brasileirinhas, dirigido por Tarantino!
Pedia tapa na cara. Não curto muito essas brisas, mas se não batesse, era eu que apanhava.
Comecei a tomar uns tapa mais violentos, e a mão da desalmada era leve feito um saco de cimento.
Pra evitar os hematomas e eu não sair de lá mais roxo que o Barney, tive a brilhante ideia de abraça-la 
Doido, a bicha cravou as unhas nas minhas costas e foi descendo as costelas tirando uns meio kg de coro.
Parecia que eu fui atacado por uma harpia.
Não bastando os vergão e retaliação, a abençoada mordeu meu peito numa voracidade que ficou a marca umas três semanas, parecia um terceiro mamilo.
Dei um berro tão grande, meio grave desafinando pro agudo, parecia o Tarzan gripado. 
Eu não sabia o que fazer!!!
A mina tava possuída pelo Satanás do cama Sutra. 
Meu corpo falava: Reaja!
Minha cabeça gritava: METE O PÉ! 
O Juca pedindo substituição. 
A gente no segundo andar eu não sabia se escalava pro terceiro ou se pulava dali mesmo. 
Minha pressão subindo o Juca dando pane, suor pingando, a asma atacando, tava pior que jogador de várzea, já tinha atuado em todas as posições e nada de gol!
Não sou muito religioso, mas nessa hora foquei num pai nosso(perdoe me a blasfêmia), e depois de jogar os dois tempos mais a prorrogação quase indo pros pênaltis, cabeciei na área e teile... 
Igual aquela série O.C, Um Estranho no Paraíso.
A sensação de segurança e dever cumprido. 
Fui ao banheiro.
Tranquei a porta. 
Lavei o rosto pra disfarçar a cara de choro. 
Deu dois minutos...
Escuto de fundo... 
Mozão volta pro segundo Round 😳 ( Estou tentando escapar pela janela do Banheiro😟).

quarta-feira, 11 de março de 2020

Você é meu Tchan!


Você é minha melhor festa. Com você não preciso de drogas ou álcool, com você o tesão é garantido... tesão pela vida.

Orgulho de ti? Tenho tanto que até prefiro esconder um pouco para você não ficar se achando muito. Na real mesmo? Dei foi muita sorte por te encontrar nesse caminho, nessa vida. E em meio a milhares de outros rostos eu te escolheria milhões de vezes. E entre todos os beijos que dei, corpos que toquei, só você teve esse poder para me fazer sentir que a vida nos prepara para alguém. Se mereço? Não sei, mas faço o meu melhor, sou melhor contigo do que até então eu era... disso tenho certeza.

Ninguém muda ninguém, eu sei, mas na boa: Há alguém que chega e BUM! A mágica acontece. Alguém faz a gente pensar: Caraca, eu preciso ser melhor, eu preciso ser o melhor possível para poder andar de mãos dadas com ela por aí.

Você é minha festa, mas sem os bêbados, sem o cheiro de cigarro e as máscaras. Você é minha festa sem precisar sair de casa, sem precisar perder tempo me arrumando. Sabe por quê? Porque você me arruma por dentro, você veste a roupa da minha alma, você é o perfume mais caro que dinheiro nenhum poderia comprar.

Mas chega de encher sua bola... porque no fundo você sabe o quanto te admiro. Sei lá, parece coisa de outra vida. Parece reencontro, algo já marcado em outros tempos e impossível de não acontecer.

É mais do que certeza, é como se fossemos a continuação de algo que já estava pronto.

Foda né? Sentir e não poder explicar. Apenas sentir e num simples olhar ter certeza que o outro também sente.

@Felipe_sandrin

Quem te quer, quer todo dia

Já parou pra pensar que talvez o que seja incrível pra você para o outro seja apenas casualidade?
Que talvez você tenha se envolvido além da conta e está com o S 2 tão ativado que perdeu o senso crítico?
Imagine que você está com uma vaga de emprego aberta, e o fulaninho está na fase de experiência.
Se houvesse essa reciprocidade toda ele com certeza não estaria faltando no serviço ainda no período de experiência, pelo contrário estaria querendo conhecer cada detalhe da empresa, mostraria total disponibilidade e interesse para então ser contratado. 
Enquanto você quiser dar certo a todo custo sem elevar o seu senso de merecimento vai continuar permitindo que esse tipo de cara tenha lugar na sua vida. 
Tentando romantizar momentos, que até foram legais, mas não tem te darão futuro, e colocando intensidade onde só tem tesão. 
Ainda ontem conversando com uma paciente que saiu de um relacionamento bastante abusivo e está se permitindo recomeçar, falávamos sobre a diferença de uma pessoa disposta. 
O rapaz novo liga para ela todas as noites, quer saber como foi seu dia, passou a querer vê-la tbm na semana, se importa com o dia que fica bom pra ela, e se procura se encaixar nisso, ontem mudou seus horários do serviço para bater com a folga dela, e terem mais um dia juntos. 
Não tem espaço para insegurança, não tem receio se pode ou não mandar mensagem, não tem preocupação com a velocidade com que as coisas acontecem, pq tem conexão, apresentar para os amigos e leve pq ele sabe que quer estar com ela. 
Enquanto insistir em mergulhar em pessoas rasas, vai continuar dando cabeçada, quem te quer de vez em quando, não te quer. 
Seja segura, interessante e independente, a ponto da pessoa se esforçar para passar no seu processo seletivo. 
E para de dar oportunidade pra mão de obra desqualificada, pq no final você sempre fica na mão. 😉 #PsicologaBrisaDantas #Terapiafazbem #omundomudaquandovocêmuda #tudocertosempre #amorproprio #autoestima #sejaapessoacertapravocê

Aprenda a interpretar os silêncios

Se a primeira mensagem foi ignorada, não mande a segunda. 
Se sente que a pessoa não faz questão de manter uma conversa fluida com você. 
Demora muitas horas pra responder, e quando responde é seco. 
Por mais que esteja muittttttttto interessada, e envolvida é hora de entender o feedback. 
Experimenta a rejeição quem não sabe a hora de sair de cena, quem insiste, persiste e não desiste do que não é recíproco. 
Ah mais ele era tão diferente, era, mas não é mais, e eu espero que você aceite isso de forma madura. 
Pare com essa mania autodestrutiva de se sentir mais atraída por aqueles que não te correspondem.
Isso é necessidade de autoafirmação, e precisar do reforço de quem te rejeição pra se sentir valiosa. 
É você mesma que sabota seu campo afetivo, estando sempre envolvida com aqueles que não estão dispostos a investir na construção de um caminho ao seu lado. 
Saia dessa energia de escassez, você não precisa fazer ninguém gostar de você. 
Precisa fazer as pazes com o seu amor-próprio para saber reconhecer o momento de sair da necessidade do outro, e se encontrar dentro do seu próprio abraço. 
Entenda de uma vez por todas, enquanto não mudar a sua mentalidade, seus critérios, e continuar indistinto em quem sabe que não quer construir com você. 
É uma parte do seu futuro que morre. 
Seja racional e me responde: 
Você está alinhada com o que almeja ou está se sabotando, pq não tem controle das suas escolhas e seus impulsos? 
Se quiser mergulhar um pouco mais fundo nessas questões te convido a viver a experiência do reprograme-se, reprogramar a forma e as pessoas que busca para se relacionar fala muito mais sobre você do que sobre elas. Link para mais informações na bio. 😉 #Terapiafazbem #omundomudaquandovocêmuda

terça-feira, 10 de março de 2020

Felipe Sandrin

Você sabe que as coisas estão ruins quando pessoas tem inveja de uma foto dessas.  O que deveria ser básico numa relação virou artigo de luxo, o que deveria ser um comentário do tipo: 'já vivi isso. Vivo isso. Vou viver isso'. Se tornou para muitos um: - Isso nem existe.

Por que namorar, ficar, estar junto, casar se não para ter momentos assim, felizes? Por que tem alguém ao lado se não para tocar e ser tocado como se fossem um do outro, um presente, uma conquista?

Você poderia ter ficado só, ter escolhido outra pessoa, mas escolheu estar aí, exatamente com essa pessoa, por quê?

Alguém de valores reais e convicções fortes jamais dirá: 'Isso não existe, esse tipo de relação é só de filmes'. Acreditar nisso seria como acreditar que a vida é cinza, nunca colorida. Seria como viver um constante luto na lamentação por existir.

Quer um corpo bonito? Se dedique. Quer um relacionamento bonito? Se dedique. Quer uma vida bonita? Se dedique. Ou tá achando que alguém vai chegar e te oferecer tudo de graça?

Seja melhor que ontem, seja só, seja alguém buscando o sentido da própria existência. Então você vai parar de olhar com os olhos do medo e da inveja, passará a ter o olhar de alguém que constrói para ter e que um dia terá.

Conheço mais casais infelizes do que felizes, mas sendo bem sincero: Conheço mais gente que não merece e não luta para ser feliz do que pessoas que fazem acontecer essa felicidade.

Nada está errado, as pessoas é que querem viver o conto de fadas sem nem antes se tornarem príncipes e princesas. Relacionamentos estão feios porque as pessoas estão feias por dentro - e não o contrário. Um relacionamento ruim nunca vai estragar alguém incrível.

Pague seus boletos sentimentais, deixe as contas da vida em ordem. Depois de tudo isso você poderá opinar sobre a justiça do que tem e se a vida de fato deve algo a você.

@Felipe_sandrin

segunda-feira, 9 de março de 2020

Por lugares incríveis

Longa-metragem original da Netflix mostra que manifestar a dor é também uma maneira de ter forças para seguir em frente


Sinto que não podemos passar por outro daqueles tempos terríveis”. A frase da escritora Virgínia Woolf descreve bem a proposta de “Por Lugares Incríveis“, adaptação da Netflix do livro homônimo de Jennifer Niven. O diretor Brett Haley  (“Coração Batendo Alto”) é o responsável por adequar a história para o cinema, que aborda temas como depressão, luto e transtorno de estresse pós-traumático.
A primeira cena já dá um tom pesado ao filme quando Theodore Finch (Justice Smith) se depara com sua colega de classe Violet Markey (Elle Fanning) de pé na beira de uma ponte, se preparando para se jogar. Ele consegue convencê-la a não pular. Descobrimos ao longo do tempo que a irmã da jovem, Eleanor, morreu em um acidente de carro, exatamente na mesma ponte.
Percebendo que a garota segue abatida na escola pelo grave acontecimento, o rapaz passa a ajudá-la a superar sua postura defensiva, cheia de respostas curtas e sem querer uma ligação com ninguém. Após ele conseguir convencer Violet a realizar um projeto de geografia em conjunto, a dupla parte em busca de conhecimento para o trabalho e aproveitam para se conhecer melhor. Em meio ao seu luto, ela percebe que Finch também precisa de ajuda.
A Netflix fez uma escolha certeira ao selecionar Jennifer Niven, a escritora da obra original, em parceria com Liz Hannah (“Casal Improvável”), para adaptar o texto. As roteiristas trabalham pontos complexos de forma singela, apresentado faces do luto e criando perspectivas diferentes sobre a saúde mental de cada personagem. Essa dor é vista sob diverso ângulos, como o silêncio no jantar demonstrando que os pais de Violet também estão devastados ou o sentimento de culpa da garota ao dar risada pela primeira vez após a tragédia.
O diretor também é cuidadoso ao mostrar o olhar de alívio dos pais ao ver que a filha voltou a sorrir, enfocar apenas no olhar de Violet enquanto fala sobre o acidente no carro e apresentar fisicamente como a organização mental é importantíssima para Finch por meio de seus post-its. Os pensamentos dele, às vezes, passam pela sua mente de forma muito acelerada, fazendo o jovem se perder.
As atuações de Elle Fanning e Justice Smith são vitais para a ótima química dos personagens. Ela mostra toda a angústia e dor que Violet enfrenta com uma tristeza permanente no olhar. Já ele é mais despojado e irreverente, mas não decepciona em cenas mais dramáticas.
Enquanto o livro mostra as perspectivas de Finch e Violet, o filme enfoca muito mais no lado da jovem. Não que o personagem masculino seja deixado de lado nas telonas, porém fica a sensação de que sua história poderia ter sido mais aprofundada.
Outro responsável por colocar o espectador dentro da narrativa é Keegan DeWitt (“Deixe a Neve Cair”), encarregado da criação da trilha sonora. Ele cria cada composição com um misto de melancolia e delicadeza, carregando de sentimento os acordes de violino e piano. A trilha combina perfeitamente com o tom da produção e coloca uma carga emocional quando precisa.
“Por Lugares Incríveis” fala sobre organizar a bagunça, buscar o lado bom em tempos difíceis, tentar sorrir enquanto quer chorar. O principal legado da obra é contar que a dor jamais pode ser escondida, é uma ferida que precisa ser curada aos poucos, pois internalizar a culpa só prejudica a própria saúde mental. Com contato profissional, família e amigos, a vida trata de te reorganizar, transformar e amadurecer. Basta buscar ajuda e dar tempo ao tempo.
Sarha Fline 

quarta-feira, 4 de março de 2020

Para você

Neste exato momento, cada pulsação do meu coração é um desejo de Boa Sorte para você. Que se os teus planos ainda não estiverem numa corrente fluida, que bons ventos embalem tua mente e preencha o teu ser de disposição e criatividade. Que a brisa da abundância abrace cada um dos teus projetos.

Eu desejo, profundamente, que você vibre amorosamente e atraia para a tua existência parágrafos saudáveis e lúdicos para compor a tua história. E que, mais do que coragem, você tenha força para prosseguir na tua caminhada e que tenha a ousadia necessária para promover as mudanças necessárias para uma vida mais próspera.

Eu desejo que você seja a repercussão de uma alegria, que possa ensinar e aprender com o Outro com tranquilidade afetuosa e o coração em paz. Desejo que teus relacionamentos sejam carregados de leveza e reciprocidade. Que os sentimentos possam ser expressados de maneira madura e assertiva e que a compreensão impere sempre.

Desejo que a tua vida seja tão interessante que você possa se ocupar inteiramente dela. Que resolva em si a sua raiva, que não acumule rancores, que seja integrado e interaja com o Universo de maneira sagrada. Que a tua luz seja ampliada pelas tuas escolhas e que você as faça com a todas as orientações espirituais que receber.

Eu desejo, sinceramente, que você tenha o suficiente para estar pleno de entusiasmo, encharcado de amor, lúcido de gratidão e que possa cumprir lindamente a tua missão nesta existência.

Marla de Queiroz
Livro TEM DIA QUE O CORAÇÃO PRENDE O DEDO NA PORTA

terça-feira, 3 de março de 2020

Eu sou hiperativa

Eu sou hiperativa. 🙏🏾
Algumas qualidades de um TDAH: 😍

1. Criatividade: Esse turbilhão de coisas que passa pela cabeça do portador de TDAH possibilita que este gere mais ideias brilhantes do que o comum, e isso tende a ser ainda mais proveitoso quando em tratamento, pois há um direcionamento melhor de toda essa fonte criativa!
2. Mente aberta a novas experiências: O TDAH não consegue passar muito tempo em uma atividade só, então já tem uma predisposição acentuada a abraçar novidades de mundo, de todos os tipos.
3. Sensibilidade: geralmente quem tem TDAH tende a ter comportamento afetuoso, generosidade e maior sensibilidade.
4. Flexibilidade: o TDAH tende a ser mais flexível, pois seus deslizes – gerados por esquecimentos, pequenos erros e etc – o fazem tem que lidar com situações inusitadas e ter que resolve-la de maneira sagaz. O mesmo acontece devido à dificuldade de cumprir atividades em prazos e ter que se virar pra fazer tudo em prazos estritos, e pela predisposição a novidades (que acarretam em mudanças e exigem flexibilidade também).
5. Persistência: pelo número de pequenas falhas que o TDAH comete em alguns tipos de situação, o portador acaba desenvolvendo um pouco mais de persistência, necessária para conseguir alcançar alguns objetivos que necessitam de funções afetadas pelo transtorno.
6. Energia: no caso de hiperativos, a energia também pode ser um ponto positivo (quando bem direcionada), provendo maior gás para aguentar situações que exigem maior nível energético.
7. Inteligência: há uma incidência relativamente alta de portadores de TDAH com altas habilidades devido à todo turbilhão de ideias e energia bem direcionados. Nem sempre a inteligência que menciono será a lógico-matemática, mas destaca o portador em diversas atividades que utilizam das modalidades que o indivíduo possui.

segunda-feira, 2 de março de 2020

Bolinha de sabão!

Quero tudo novo de novo.
Quero não sentir medo.
Quero me entregar mais, me jogar mais, amar mais. Viajar até cansar.
Quero sair pelo mundo.
Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais.
Quero ver mais filmes e comer mais pipoca, ler mais. Sair mais.
Quero um trabalho novo.
Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto.
 Quero ter momentos de paz.
Quero dançar mais. Comer mais brigadeiro de panela, acordar mais cedo e economizar mais.
Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta.
 Ir mais vezes ao parque. Quero ser feliz, quero sossego, quero outra tatuagem.
Quero me olhar mais. Cortar mais os cabelos. Tomar mais sol e mais banho de chuva.
Preciso me concentrar mais, delirar mais.
Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais.
Quero conhecer mais pessoas.
Quero olhar para frente e só o necessário para trás.
Quero olhar nos olhos do que fez sofrer e sorrir e abraçar, sem mágoa.
Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa.
Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão.
 Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais.
Quero menos “mas”.
Quero não sentir tanta saudade.
Quero mais e tudo o mais. “E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha”.

domingo, 1 de março de 2020

Tem gente ...

Tem gente que te pega pela mão, te olha no olho, te reinicia 
Tem gente que tem o poder de tirar do espaço sem te tirar o espaço 
Tem gente que te tira o fôlego sem te sufocar 
Tem gente que deixa saudade antes da despedida 
Esse tipo de gente desobedece todas as regras conhecidas 
Aliás desconfio é que regras não resistem a elas 
Arrebatam o espaço, não importa mais onde pisa, a morada agora são os olhos 
Mudam as luzes, você vai ser capaz de jurar que a iluminação era vermelho bordô depois daquele sorriso 
Rasgam o tempo no meio, nem os ponteiros ou as horas fazem sentido no meio daqueles beijos 

Tem gente com uma energia pesada inegável, mas tem gente que carrega a leveza irresistível

20 horas de silêncio por dia

20 HORAS DE SILÊNCIO POR DIA Fabrício Carpinejar  Não é hora de brincar. Não é hora de ser irônico. Não é hora de fazer piada. Não...