domingo, 27 de setembro de 2009

Agir em sintonia com os pensamentos


Agir em sintonia com os pensamentos
:: Conceição Trucom ::

As suas ações são os melhores intérpretes de seus pensamentos
John Locke (1632 - 1704), filósofo britânico

Algumas vezes os melhores planos resultam em... nada. Algumas vezes a maior confiança em objetivos resulta em... nada. Algumas vezes as mais incríveis oportunidades resultam em... nada. Algumas vezes os mais profundos desejos resultam em... nada.

Planos, confiança, oportunidades e desejos ou qualquer outro predicado que você tenha, não são suficientes para empurrar uma bolinha de gude - aquelas pequenas esferas de vidro já esquecidas em algumas regiões do Brasil. A despeito de todo o seu conhecimento em estratégia e tática, a despeito de toda a sua confiança em si mesmo ou em todos os seres do Olimpo, a despeito de tudo aquilo que a vida ofereça e a despeito de todo o desejo racional, emocional e instintivo do seu corpo, nada vai acontecer se você não fizer uma coisa - uma única coisa simples: agir.

Agir - agir sempre - e dar o primeiro passo da jornada é o que garante que as engrenagens do Universo sejam postas para funcionar.

Mesmo uma ação pequena tem efeitos devastadores ao longo do tempo. Nada acontece antes de uma ação ser posta para funcionar. Na Bíblia, o livro mais vendido do planeta, a primeira frase é: No princípio criou Deus os céus e a terra. A frase não fala que no princípio Deus refletiu, ou teve autoconfiança, ou viu uma oportunidade, ou estabeleceu um objetivo, ou esperou a sorte, ou contou com sua equipe de trabalho. Nada disso. A frase usada tinha o verbo criar. Tudo começa com a ação.

Naturalmente, isso não significa que você deva agir cegamente; significa que você deve agir na hora de agir. Muitos de nós construímos castelos perfeitos em nossas mentes, mas não agimos para levantar uma pedra sequer. Imaginamos tudo o que poderíamos fazer, mas não fazemos coisa alguma, sempre buscando ótimas razões para tudo aquilo que não fazemos. Queremos melhorar nossas relações, desde que a outra pessoa mude, deixando a ação para ela. Objetivamos tornar a qualidade de nossos produtos superior, desde que os funcionários façam um trabalho melhor, deixando a ação para eles. Pensamos em melhorar nosso trabalho, desde que a empresa nos pague mais, deixando a ação para a corporação. Sonhamos com nossa próxima casa, que será construída no futuro, desde que aquele bilhete de loteria seja premiado, deixando a ação para a sorte. Embora todas essas coisas possam acontecer, provocar mudanças positivas em nossa vida não é problema de outros. É problema nosso. Lembre-se de que as palavras "desde que" não estão marcadas no calendário. Sua vida está.

Faça o que você puder agora, com aquilo que você já tem. Mesmo que pareça ser muito pouco. Mesmo que seja somente um gesto, uma palavra, um olhar. Nenhuma ação é pequena demais, desde que seja uma ação. Se existe somente barro, use-o para construir tijolos e os tijolos para construir as paredes do seu sonho. Se nem mesmo barro você tem, use sapé. Mas faça alguma coisa.

Hoje é o dia para você pegar seus melhores ou piores planos, seus prováveis e improváveis projetos e dar um passo, fazendo aquela ligação, visitando aquele cliente, redesenhando seu produto ou empresa, enviando aquele e-mail, dando aquele sorriso e aquele abraço, andando pelo chão-da-fábrica, assistindo uma palestra, indo ao parque com seu filho, enviando um cartão pelo correio (sim, eu disse correio, não pela Internet) ou até conversando com você, no espelho de casa.

Nada acontece somente por estar em sua mente. Preencha seus dias com ação que leve o Universo a devolver algum tipo de reação, e certos resultados, talvez até mesmo inesperados, sempre virão. As suas ações são os melhores intérpretes de seus pensamentos, como disse John Locke. Esta é, realmente, a única diferença entre quem faz e quem somente observa, quem vive e quem gostaria de viver. Madre Teresa de Calcutá não passou 50 anos planejando como ajudar as pessoas pobres. Ela simplesmente ajudava, e o resto aconteceu normalmente.

Aldo Novak
www.academianovak.com.br

Acima um excelente texto que recebi pela Internet e resolvi compartilhar com todos.

Pois é! Espiritualidade não é estar isolado, meditando e cantando mantras.
Espiritualidade é juntar-se de sabedoria e esclarecimento para autoconhecer-se e colocar toda esta bagagem na prática da vida diária, ou seja, AGIR.

Nestas condições: com estudo, esclarecimento e conhecendo-se melhor, ou seja, conhecendo cada vez mais sobre suas verdades e valores internos, a ação terá mais discernimento e maior assertividade.
Espiritualidade é ação. Ação inteligente, co-criadora de uma realidade e futuro prósperos.

Mas para tanto, não esqueça de cuidar do seu corpo físico, emocional e mental, seus únicos aliados, dando-lhes uma nutrição que traga saúde, vitalidade, lucidez e inteligência para o seu dia-a-dia.
Faça uso de alimentos e exercícios que sejam seus cúmplices nesta jornada.

Declaração de amor às mulheres
:: Conceição Trucom ::

Se uma memória restou das festinhas e reuniões de familiares da minha infância, foi a divisão sexual entre os convivas: mulheres de um lado, homens do outro.
Não sei se hoje isso ainda ocorre. Sou anti-social ao ponto de não freqüentar qualquer evento com mais de 4 pessoas, o que não me credencia a emitir juízo. Mas era assim que a coisa rolava naqueles tempos.

Tive uma infância feliz: sempre fui considerado esquisito, estranho e solitário, o que me permitia ficar quieto observando a paisagem.
Bom, rapidinho verifiquei que o "apartheid" sexual ia muito além das diferenças anatômicas. A fronteira era determinada pelos pontos de vista, atitudes e prioridades.
Explico: no "córner" masculino imperava o embate das comparações e disputas. Meu carro é mais potente, minha TV é mais moderna, meu salário é maior, a vista do meu apartamento é melhor, o meu time é mais forte, eu dou 3 por noite e outras cascatas típicas da macheza latina.
Já no "córner" oposto, respirava-se outro ar. As opiniões eram quase sempre ligadas ao sentir, a falava-se de sentimentos, frustrações e recalques com uma falta de cerimônia que me deliciava. Os maridos preferiam classificar aquele ti-ti-ti como fofoca.
Discordo.

Destas reminiscências infantis veio a minha total e irrestrita paixão pelas mulheres. Constatem, é fácil. Enquanto o homem vem ao mundo completamente cru, freqüentando e levando bomba no bê-á-bá da vida, as mulheres já chegam na metade do segundo grau. Qualquer menina de 2 ou 3 anos já tem preocupações de ordem prática. Ela brinca de casinha e aprende a dar um pouco de ordem nas coisas.
Ela pede uma bonequinha que chama de filha e da qual cuida, instintivamente, como qualquer mãe veterana. Ela fala em namoro mesmo sem ter uma idéia muito clara do que vem a ser isso. Em outras palavras, ela já chega sabendo. E o que não sabe, intui.

Já com os homens a historia é outra. Você já viu um menino dessa idade brincando de executivo? Já ouviu falar de algum moleque fingindo ir ao banco pagar as contas?
Já presenciou um bando de meninos fingindo estarem preocupados com a entrega da declaração do Imposto de Renda? Não, nunca viram e nem verão.
Porque o homem nasce, vive e morre uma existência juvenil. O que varia ao longo da vida é o preço dos brinquedos. E aí reside a maior diferença: o que para as meninas é treino para a vida, para os meninos é fantasia, é competição. É fuga.

Falo sem o menor pudor. Sou assim. Todo homem é assim. Em relação ao relacionamento homem/mulher, sempre me considerei um privilegiado. Sempre consegui enxergar a beleza física feminina mesmo onde, segundo os critérios estéticos vigentes ela inexistia. Porque toda mulher é linda. Se não no todo, pelo menos em algum detalhe. É só saber olhar.

Todas têm sua graça. E embora contaminado pela irreversível herança genética que me faz idolatrar os ícones de cafajestismo, sempre me apaixonei perdidamente por todas as incautas que se aproximaram de mim. Incautas não por serem ingênuas, mas por acreditarem.

Porque toda mulher acredita firmemente na possibilidade do homem ideal.
E esse é o seu único defeito.

Texto de Sérgio Gonçalves - redator da Loducca, publicado no jornal da agência

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

É preciso coragem


:: Saul Brandalise Jr. ::

É preciso coragem, já dizia um amigo meu... Mas coragem para o que? Eu retruquei. Para tudo...
Hoje fico pensando nesta verdade. Realmente é preciso coragem para se exercer o que se escreve. Para se fazer o que se ensina e para entendermos os revezes da vida.
Sem coragem tudo fica sem sentido porque é muito mais cômodo desistir. É mais tranqüilo buscarmos culpados para as nossas falhas e para os nossos insucessos.
Sim, é preciso coragem.

Sem ela a vida deixa de ser vida, porque não enfrentamos as adversidades de frente. E é com ela, só com ela, nossa amiga adversidade que aprendemos a entender o que fazemos nesta vida e como conseguimos evoluir.
Sim, é preciso coragem.

Sem ela não conseguimos enfrentar a escuridão dos desafios do nosso dia-a-dia. Sem ela não temos forças para abandonar a negritude de nossos pensamentos odiosos. Sem ela jamais iremos desembainhar nossa espada e nem compreender o porquê das mãos que ontem nos aplaudiram e hoje nos atiram pedras.
Sim, é preciso coragem.

Coragem que na realidade é a mãe do desafio e a senhora de nosso sucesso. Coragem que dá vida à vida. Coragem que se antecipa às nossas mudanças e dá cor às nossas vitórias.

Sim, é preciso coragem para se dizer não quando se quer dizer não e sim quando nosso coração grita por isso. Só assim conseguiremos ser mais fortes. Únicos e independentes. Ninguém pode nos possuir... É livre-arbítrio a nossa entrega. A posse é matéria, a entrega é o amor.

Sim, é preciso, é necessário coragem para conseguirmos derrotar o nosso maior inimigo – Nós mesmos. E mais ainda, é preciso, é vital muita coragem para vivermos o perdão e ai, somente aí conseguiremos entender o verdadeiro amor.

Finalmente é preciso coragem para SONHAR, para acreditar que a vida é construída por nós e só nós decretamos o nosso sucesso. Sim, acredite, é assim mesmo.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Lidar com o amor...


Lidar com o amor pode ser bem mais simples do que parece...
:: Rosana Braga ::

Creio que uma das maiores dificuldades que temos é saber como agir em determinadas situações quando o tema é amor e relacionamento. Várias perguntas parecem se transformar em flechas, atacando nossa mente sem que consigamos encontrar as respostas.

O que fazer? Demonstro o que sinto ou não? Espero mais um pouco ou tomo uma decisão agora? Mas o que o outro vai pensar se eu disser o que estou sentindo e pensando? E se eu me arrepender depois? E se o outro não sentir o mesmo que eu? E se eu me envolver e sofrer depois?

Enfim, uma infinidade de questionamentos nos assaltam e nos fazem reféns num buraco do qual não sabemos como sair... O desejo fica rondando e a vontade de se relacionar (ou ao menos a de tentar) continuam batendo forte, mas tantas vezes não conseguimos agir, tomar uma atitude... e vamos deixando que a vida aconteça por si só, sem fazermos parte dela...

Bom, em primeiro lugar, vale lembrar que usei o termo simples e não fácil, no título. Ou seja, minha proposta aqui é sugerir meios de encontrar as suas respostas, mas saiba desde já que encontrá-las não é tudo. Uma vez que você as descobre, terá de aceitar duas verdades fundamentais:
- a primeira é que é IMPOSSÍVEL controlar tudo e todos, como tantas vezes gostaríamos;
- e a segunda é que NADA É PARA SEMPRE. A vida é exatamente o que acontece um dia depois do outro.

Resumindo: não é fácil, é verdade! Mas é preciso que você consiga correr riscos coerentes com suas intenções. Pode não ser fácil, mas também pode ser bem menos complicado do que a gente costuma pensar.

E se agir é um risco, não agir é viver à espera, vendo a vida acontecer... Em determinadas situações, não agir pode até ser exatamente a ação mais inteligente, desde que seja consciente, que seja a sua escolha, a sua opção para este momento.

Sendo assim, vou tentar ser o mais objetiva possível em cada meio de encontrar a resposta para as perguntas que citei acima, considerando que são as que mais me fazem e, assim, espero poder ajudar para que cada um consiga encontrar as suas próprias.

O que fazer?
O que você está com vontade de fazer? Não o que você acha que é certo ou errado, porque podemos partir do princípio de que todo mundo só sente vontade (de verdade, do fundo do coração) de fazer algo que acha que é certo... Então, ao invés de ficar pensando em qualquer outra pergunta, pense somente nesta; primeiro: o que você quer fazer? Qual é o seu verdadeiro desejo neste momento? E ao responder esta pergunta, você saberá o que fazer. Se vai ou não fazer, é uma outra história, que pode até ser decidida depois de encontrar as respostas para as próximas perguntas...
Note: não estou falando de vontades baseadas em sentimentos impulsivos e sem fundamento. Agir tomado de raiva, ciúmes ou desespero é um grande equívoco e muito perigoso. Em momentos assim, o melhor é dormir uma noite, esfriar a cabeça e somente depois pensar no que fazer...

Demonstro o que sinto ou não?
Se há espaço, por que não demonstrar? Como é que o outro poderá se posicionar se não souber o que você realmente sente? Por quanto tempo mais você prolongará uma situação indefinida por medo de se expor? Pense: não é melhor demonstrar e saber o que o outro realmente quer e se está disposto a tentar algo com você do que ficar fingindo algum outro sentimento e sofrendo por não chegar a nenhuma situação? E não se esqueça: demonstrar o que você sente é a sua atitude, mas não garante qual será a atitude do outro, nunca!

Espero mais um pouco ou tomo uma decisão agora?
Se você já sabe o que quer, o que mais precisa esperar? Se já conseguiu responder a primeira pergunta para si mesmo, vá em frente. Se não conseguiu, continue se perguntando até saber o que você quer. Quando souber, tome a sua decisão, segure as rédeas de sua vida!

Mas o que o outro vai pensar se eu disser o que estou sentindo e pensando?
Infelizmente, de forma geral, ainda não somos telepáticos. Esta pergunta é absolutamente sem resposta até que você pergunte ao outro o que ele pensa e se disponha a ouvir o que ele tem a dizer. Nunca, ninguém poderá saber o que o outro vai pensar ou dizer, por mais que tenha a impressão que sim. Pode até imaginar, mas ter certeza, jamais! Além disso, me parece que tomar uma atitude que diz respeito à sua vida, ao seu coração, ao que você sente nada tem a ver com o que o outro vai pensar ou dizer. Está na hora de assumirmos mais o que a gente quer, sem ficar o tempo todo vinculando nossas escolhas às escolhas do outro. Faça a sua parte, viva a sua vida... e aposte na sua felicidade. Se não der, parta para outra.

E se eu me arrepender depois?
Assuma o seu arrependimento. Diga que se arrependeu, que não era isso que você queria, que percebeu alguns sentimentos que antes não tinha percebido. Há atalhos e retornos no caminho da vida. Todos nós podemos nos arrepender. Sempre será digno se você tiver agido com boas intenções.

E se o outro não sentir o mesmo que eu?
É um direito absoluto dele. Cada um sente o que pode sentir, naquele momento. Aceitar o não faz parte fundamental do amadurecimento de qualquer pessoa. Entretanto, creio que seja muito melhor saber que o outro não quer do que passar dias, meses e até anos alimentando fantasias, esperando, vivendo de impressões vazias. Porque diante do não, você pode tomar novas atitudes e continuar a sua vida.

E se eu me envolver e sofrer depois?
Por que fugir tanto do inevitável? Sofrer faz parte! Impossível não sofrer. Quem não se envolve também sofre. Quem não demonstra o que sente também sofre. Quem passa a vida se defendendo do amor para não sofrer é ‘lunático’. Sofre mais ainda!!! Ou seja, sofrer é humano, é parte da condição de estar vivo. Então, que ao menos possamos sofrer por boas causas, por nossas próprias escolhas e tentativas. Assim, fica mais justo, mais preenchedor e as chances de ser feliz aumentam consideravelmente.

Por fim, desejo que você perceba que a vida é tanto mais fácil quanto maior for a sua consciência sobre seus próprios desejos e, nesta mesma medida, mais coerente e mais respeitoso consigo mesmo. Porque, afinal, o amor não pode ser bom se você não se respeitar.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Só tem sentido se Eu Sou de Verdade


:: Conceição Trucom ::

Não sei como acontece com vocês, mas vira-e-mexe, estou eu me perguntando: o que estou mesmo fazendo aqui na Terra?
Qual a importância, a significância de cada um de nós estarmos aqui na Terra?

Na síntese, são tantas as demandas externas: cuidar dos filhos, das relações, da saúde, do profissional, das contas a pagar e a receber, férias, prazer, ler...
Depois vêm as demandas planetárias, vigiar os pensamentos do mundo, orar pela terra, pensar nos que estão com fome, nas discrepâncias sociais, na nossa responsabilidade por tudo isso...

Cansei e pensei: o que de verdade tenho que fazer aqui na Terra?
Está muito confuso, pesado, não pode ser por aí não...
E aí, uma amiga do grupo de PathWork que faço todas as semanas perguntou, meio que representando em voz alta o pensamento de todo o grupo: O quê de verdade tenho que fazer com esta minha existência? Qual o propósito de Deus?
A resposta para o grupo chegou ao mesmo tempo na minha mente: O propósito de Deus é que cada um tenha o compromisso Divino de ser VERDADEIRO para consigo, sempre. Conquistados todos os espaços pessoais da verdade interna, instala-se um estado de paz e de POSSIBILIDADE de transformação e crescimento.

Somente vivendo dentro da VERDADE podemos perceber nossos eus inferiores, máscaras e sombras para serem transformados e integrados ao nosso Eu Superior.
Ou seja, somente vivendo dentro da VERDADE estaremos verdadeiramente nos integrando com a parte de Deus que habita cada um de nós, nosso Eu Superior.
Que adianta vivermos lutando pela paz, reivindicando justiças, preconizando amores se nada disso existe dentro de cada um de nós.

O grande e simples propósito Divino é que cada um seja totalmente responsável – engajado de corpo e alma – por lutar pela sua Paz interna, pela Justiça ao uso divino dos nossos talentos e virtudes e pela verdadeira prática do AMOR para conosco. Auto-amor, valorização e respeito.
E o sinônimo de tudo isso é: VIVER NA VERDADE.
E um bom exercício para começar esta jornada pode ser este listado abaixo.

Mas lembre-se que todos os itens podem ser entendidos desde o literal até ao mais metafórico:
- Você não tem o que falar – não fale – o silêncio é um grande filtro da verborragia de nossas mentes
- Você não sabe o que fazer – não faça até que saiba
- Você não sabe o que pensar ou decidir – escreva – medite sobre o assunto
- Você não tem o que fazer – leia – fique com você
- Você abriu – feche
- Acendeu – apague
- Ligou – desligue
- Desarrumou – arrume
- Sujou – limpe
- Está usando algo - trate-o com carinho
- Quebrou – conserte
- Não sabe consertar - chame alguém que o faça
- Para usar o que não lhe pertence - peça licença
- Pediu emprestado – devolva
- Não sabe como funciona - não mexa
- É de graça - não desperdice
- Não lhe diz respeito - não se intrometa
- Não sabe fazer melhor - não critique
- Não veio ajudar - não atrapalhe
- Prometeu – cumpra
- Ofendeu - desculpe-se
- Não lhe foi perguntado - não dê palpite
- Falou – Assuma
Podes ter certeza de que já é um excelente começo!

20 horas de silêncio por dia

20 HORAS DE SILÊNCIO POR DIA Fabrício Carpinejar  Não é hora de brincar. Não é hora de ser irônico. Não é hora de fazer piada. Não...