terça-feira, 9 de setembro de 2008

Loucos e Santos


Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem,mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto;
e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos,
nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
(Oscar Wilde)

Desejo menos ‘normalidade’ e mais felicidade a todos...Menos padrão, e mais emoção...Menos hipocrisia, e mais honestidade.
Menos exclusão, e mais justiça.
Menos preconceito, e mais aceitação.
Menos egoísmo, e mais solidariedade.
Sintam-se mais,
Vivam-se muito
Aceitem-se todo
Conheçam-se em tudo...Experimentem-se...E complementem-se a mando do seu coração.
Amém!


domingo, 7 de setembro de 2008

Como atrair a felicidade para sua vida







Como atrair a felicidade para sua vida
por Gilberto Cabeggi - gilberto.cabeggi@papolegal.net

Tudo o que existe em sua vida, existiu um dia em sua mente. Ou ainda, tudo o que você pode conceber, pode realizar. Isso lhe soa familiar?

Com certeza, você já teve uma ou mais experiências que comprovaram isso em sua vida. Basta buscar em sua memória e surgirão situações que se concretizaram em sua vida depois de você tê-las imaginado e desejado intensamente.

Seus pensamentos são a matéria-prima das suas realizações. Você pensa e deseja verdadeiramente e as condições para a realização dos seus desejos surgirão. Então, se você quer ser feliz, sinta-se feliz. Quando você mantém pensamentos felizes, atrai para si a felicidade.

Mas, se tudo é tão simples, por que existem tantas pessoas que se sentem infelizes? Simplesmente porque elas buscam a felicidade nos caminhos errados. Ou melhor, até buscam a felicidade nos caminhos certos, mas com as atitudes erradas. Lamentavelmente, a grande maioria das pessoas, quando questionadas se são felizes, apenas responde “Um pouco”, “Mais ou menos”, “De vez em quando”, “Não sei”, “Às vezes”, “Acho que sim”... Na verdade, poucos se sentem realmente felizes ou têm consciência da felicidade que possuem.

As pessoas acham que a felicidade não é possível e por isso sofrem muito. Por não acreditarem que podem ser felizes, arrastam-se pela vida, sem viver tudo aquilo a que têm direito e se negando a possibilidade de terem um relacionamento amoroso feliz, de serem profissionais realizados, de terem uma família harmoniosa, de gozarem de boa saúde, de serem mental e espiritualmente mais equilibrados. Reclamar só atrapalha. Se você pensa em coisas tristes, isso é tudo o que vai ter. Quando você reclama que não é feliz, ou não admite que o é, a felicidade fica de longe, apenas à espera do momento que você lhe der permissão para entrar em sua vida.

Pense por alguns instantes: quando você se sentiu feliz, o que havia em seus pensamentos? Apenas felicidade, é claro, associada àquela situação que lhe proporcionou aqueles momentos felizes. Não poderia ser diferente. Se você ousou, naqueles momentos felizes, arriscar um pensamento de tristeza, com toda a certeza a felicidade se desfez instantaneamente.

Mas não se assuste! A felicidade é assim tão volátil, mas é totalmente recuperável. Basta você lembrar que a contrapartida dessa situação também é verdadeira. Isto é, se você está triste, lembre de uma situação feliz e automaticamente passará a ser feliz.Não existem impedimentos se o que você deseja é ser feliz. Apenas aqueles em que você acredita. Então, que tal rever, e até mesmo mudar, suas crenças quanto à felicidade e se candidatar a receber uma boa dose dela do universo? Acredite: a felicidade é para você também.

Mas, além de ter consciência do seu direito a ser feliz, é preciso também que você tome posse da felicidade. E, para ajudá-lo a fazer isso o mais rápido possível, tenho aqui algumas dicas.

Dica número 1: Goste daquilo que você tem. Para ser feliz, é imprescindível que você aprecie as coisas que já estão em sua vida. É importante ter sonhos e metas, sim. Mas não deixe para ser feliz apenas quando realizá-los. O agora é o seu momento de glória. E contém a sua possibilidade real de ser feliz.

Dica número 2: Deixe nas mãos de Deus. Para ser feliz é imprescindível que você tenha fé verdadeira e deixe que o Criador cuide do seu amanhã e da solução das dificuldades ditas “sem solução”. Não se trata de cruzar os braços e esperar que Deus resolva tudo. O que é preciso é entregar nas mãos Dele tudo aquilo que está fora do seu alcance resolver. As preocupações roubam a sua felicidade, por isso são inadequadas. A sua ocupação, amparada na fé, tem o poder de fazê-lo mais feliz.

Dica número 3: Saboreie as coisas boas da vida, apesar das possíveis dificuldades. Para realmente ser feliz é imprescindível que você reserve um espaço em sua vida para apreciar as coisas boas que existem ao seu redor. Se você ficar esperando que as dificuldades acabem para começar a viver feliz, sua vida vai passar sem que você a tenha desfrutado. É preciso que você entenda e aceite que as dificuldades existem e sempre existirão. Mas não são impedimentos para a sua felicidade.

Na verdade, não importa quais sejam os motivos que o levaram a crer na infelicidade. O que realmente tem importância é você saber que sempre é possível reverter essa situação. Que é possível passar a acreditar na felicidade e, como conseqüência, passar a ser mais feliz.

Os obstáculos estão aí para serem superados. E quando você os superar, novos obstáculos surgirão. Afinal, eles fazem parte da sua vida; eles são a própria vida. Superá-los faz parte do seu processo de tornar-se ainda mais capaz de alcançar a felicidade.Você pode ser feliz. Tudo depende apenas da sua atitude. Tudo começa com o seu sentimento de gratidão pelo que existe de bom em sua vida e pela sua consciência de que tudo, inclusive as coisas que não lhe agradam, são obras suas.

Assuma a responsabilidade perante sua vida e seja grato por todas as oportunidades de crescimento que ela lhe oferece. A gratidão traz consigo o sentimento de satisfação e o torna mais feliz.

sábado, 6 de setembro de 2008

Cair Tudo Bem, mas Que tal Aprender a Levantar?


Cair Tudo Bem, mas Que tal Aprender a Levantar?
por Sandra Helen Trovo - sandra.trovo@terra.com.br

Um belo dia resolvemos que chega de sofrer - deve haver uma maneira mais inteligente de viver - e começamos a procurar respostas, subsídios, que satisfaçam nossas necessidades.

- Os "mortos" podem não estar tão mortos...

Lembra do filme "A volta dos mortos vivos", com suas inúmeras partes? Pois é, podemos ser protagonistas de histórias desagradáveis que se repetem infinitamente, mesmo quando já temos um bom nível de consciência. É que crenças antigas e já identificadas por nós como negativas podem voltar a agir a qualquer momento. Persistentes e rápidas, assemelha-se a ervas daninhas. Enquanto restar uma mínima raiz elas voltarão, com toda a certeza.

- O tombo, em câmera lenta.

Estamos bem. Alegres. Animados. Confiantes! Olhamos para nós mesmos, para a nossa vida, e vemos que já construímos muita coisa boa, já superamos muitas limitações e dificuldades. Enxergamos os obstáculos atuais que temos pela frente e estudamos maneiras de superá-los. Ótimo! Estamos agindo positivamente.

Nos distraímos por um instante, e nem percebemos que aquele "caso" que alguém veio contar nos causou uma impressão ruim. Continuamos o nosso trabalho. Animados!

Começamos a sentir uma saudade danada de alguém de quem gostamos muito, que costumava estar sempre presente, nos incentivando, e que agora se afastou de nós. Chega a doer, mas continuamos as nossas atividades.

Lembramos dos amigos e percebemos que estão sumidos... Cada um por seu motivo, a verdade é que andam ausentes há algum tempo...

E aquela pessoa interessante que conhecemos na semana passada, e que ficou de ligar? Não ligou, "né"?

Ligamos o computador. A conexão está péssima. Quando conseguimos acessar a nossa correspondência, ficamos animados ao verificar que há sete e-mails novos! Mas são todos daquele chato que insiste em entupir nosso correio eletrônico com aquelas mensagens pesadas e impessoais... Que lástima!

- O nosso ânimo já era! A conexão cai, e caímos junto...

Você pode estar pensando que motivos assim tão pequenos não poderiam causar grande estrago na nossa alegria de viver, mas esse é um engano nosso.

Quando nos deparamos com situações altamente desagradáveis, graves mesmo, instintivamente paramos tudo e de alguma forma nos recolhemos para que possamos compreender o que está acontecendo. Já com as pequenas coisas fazemos diferente.

Costumamos nem parar pra ver o que é que estamos sentindo, vamos deixando "rolar"... Se não estivermos atentos, essas "coisinhas" agem como infiltrações de negativismo, que arruínam o nosso equilíbrio.

- As tentações...

Voltamos para o trabalho que estávamos fazendo com todo o carinho. Mas, o que aconteceu? Ele já não nos parece mais tão bom... Começamos a pôr um defeito aqui, outro ali... Perdemos a vontade de continuar trabalhando. Não estamos mais animados. Travamos.

Os velhos fantasmas estão de volta. Sabemos que o único modo de nos livrarmos deles é encarando-os com firmeza e expulsando-os sem piedade...

Mas, aí é que está... Sedutores nos tentam, estimulando em nós a nossa auto-piedade, que é um veneno disfarçado em apoio e aconchego.

Se nos deixarmos levar por essa correnteza, logo estaremos pensando que ninguém gosta de nós de verdade, que "os outros" não nos dão a atenção que merecemos, que não temos sorte para encontrar boas pessoas ou não temos qualidades suficientes para atrair bons relacionamentos - enfim, uma miséria só!

Onde isso vai parar é fácil deduzir, não é? No mínimo, acabaremos deprimidos e infelizes, prontinhos para atrair mais coisas desagradáveis.

O que aconteceu, na verdade, é que velhas crenças não totalmente extintas vieram à tona mais uma vez. Crenças em desvalorização, crenças que colocam o poder fora de nós, crenças que submetem o nosso valor à apreciação dos outros, crenças que dizem de uma maneira velada e cruel que não somos bons o bastante para realizarmos bons trabalhos, sermos amados e felizes.

Este "tombo" foi apenas um exemplo. Se observarmos nossa vida, encontraremos muitas outras seqüências de fatos que acabaram da mesma forma. Em algumas vezes é tudo muito rápido, em outras o processo leva dias, mas o ponto em comum é que não percebemos a tempo, não demos atenção ao que estávamos sentindo e deixamos de ouvir aquilo que o nosso coração estava querendo nos dizer.

- É hora de vigiar!

Se já conseguimos experimentar a alegria e o bem-estar administrando a nossa vida conscientemente, talvez um dos maiores desafios que tenhamos agora seja o de conseguirmos manter esse estado agradável em nós por períodos cada vez mais longos.

Os nossos "fantasmas" (ou os fantasmas das nossas crenças) continuarão vindo à tona e isso é ótimo! De que outro modo poderíamos saber que ainda estão ativos e operantes?

O jeito é ficarmos com nossos radares ligados o tempo todo - atentos ao que estamos sentindo, mente e coração conectados, para evitarmos que dentro de nós o veneno se instale, tornando-nos vulneráveis à sedução de antigas tentações que transferem a responsabilidade dos nossos sofrimentos ou das nossas alegrias para o mundo exterior, ao mesmo tempo em que tiram de nós o poder sobre a nossa própria vida.

- No mais, é cair e levantar, sem medo de cair de novo.

Não é assim que as crianças aprendem a andar?

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

A humanidade está louca?


A humanidade está louca?
:: Silvia Malamud ::

Loucura é sofrer e concluir que viver desta maneira é normal. Loucura também é estar parado no tempo se repetindo indefinidamente nos mesmos padrões. Loucura é ficar no conhecido “piloto automático” tendo um tipo de reatividade para cada demanda que a vida nos incita e sequer se dar conta de que não há qualquer autonomia sobre si mesmo, portanto, sobre a própria existência.

Num processo gradativo, a nossa percepção pouco a pouco acabou sendo minada. Passamos a achar normal uma vida medíocre sem grandes entendimentos sobre nós mesmos. Pensamos ser normal correr atrás de uma ganância desenfreada alimentada por uma competição atroz.

Pouco a pouco, perdemos a referência de quem somos e o pior é que passamos a achar que a baixa qualidade de prazer que temos na vida é normal. Não nos apropriamos de nós mesmos e, como conseqüência, deixamos de existir como consciências quânticas que somos, passando a funcionar num limiar muitíssimo baixo.

Através de uma comprometida busca pelo encontro com o que nos é pessoal, os nossos processos de lucidez e de emancipação do eu autogerador de um si mesmo consciente e, portanto, criativo, têm portas abertas para se inaugurar. A preconização é de que estejamos lúcidos, atuantes, criativos e prazerosos em todos os nossos processos, que nada mais são do que as jornadas conscienciais do nosso dia-a-dia.

À medida que nos libertarmos de sistemas de crenças aprisionantes, bem como de tudo o que nos mantêm grudados numa tela de aparente movimento, estaremos exatamente no caminho da lucidez. Neste sentido, todo processo de crise existencial é bem-vindo como válvula propulsora de uma transformação pessoal. Nesta etapa, pela experimentação consciente e totalmente vitalizados, estaremos na nota do prazer, em busca dos mais diversos tipos de conhecimento e em conseqüência, a cada nova descoberta teremos a oportunidade de nos renovarmos. Levamos um enorme tempo nos alimentando por critérios morais impostos e auto-impostos, por noções de certo e errado e por tudo o mais deste orbe que costuma nos compor. Ocorre que todos nós, ao menos uma vez na vida, num determinado instante somos acometidos por uma espécie de “ataque de lucidez” onde passamos a ser e a pensar por nós mesmos questionando toda essa “engenhoca” na qual nos transformamos. Quase sempre no início da idade adulta, quando já estamos identificados com tudo o que diz respeito a este plano, é que podemos começar a ter vislumbres de percepção de existirmos em nós mesmos. A seguir, costuma acontecer uma sensação de “descolamento”. É quando nos percebemos existindo independentes de qualquer sistema em que estejamos inseridos. Depois desta percepção, que dependendo da pessoa poderá acontecer com maior ou menor intensidade, é bastante comum seguir os mais diversos rumos de acordo com a ampliação da consciência que este eu percebido promove em cada um de nós.

Este momento também pode passar de modo obscuro para a grande maioria e para outros pode causar um enorme impacto na medida em que se tem um vislumbre da unidade que todos nós somos.Mesmo que seja por apenas um instante, esta sensação/percepção do Um é extremamente delicada, posto que é neste ponto que a consciência, assolada pelo medo do desconhecido pode seguir o caminho que envolve uma possível paralisação existencial. Através de profundas experiências individuais ocorre a possibilidade de transcender os limites impostos pelas crenças assimiladas como únicas verdades. É neste momento que começamos a ter consciência do que significa a existência em si. Para falarmos deste estado de consciência de si mesmo e da sanidade, precisaremos entrar em contato com algumas das vertentes que norteiam a psique humana e observar a sua singularidade. Portanto, aqui cabe um foco de alta definição se você estiver neste tipo de busca de encontro consigo mesmo.

Esta jornada pela sua lucidez na certa vai impulsioná-lo a buscar parceiros que possam compartilhar desses seus momentos de transformação e de resgate de si mesmo. A idéia é que de fato você busque parcerias adequadas e tome um cuidado especial para que não entre em algum outro tipo de sistema de crença camuflado que vende ilusões de idéias sensacionalistas sobre significados de como que se alcançar um suposto nirvana.

O nirvana está na capacidade da presença autoconsciente no agora. Isso mesmo, na lucidez que se tem a cada microssegundo de nossas vidas. No prazer que este status nos oferece e na mais absoluta certeza de que isso sim é que é estar plenamente sentindo-se vivo e, por conseqüência fora de qualquer espécie de insanidade. Busque parcerias que possam estar na mesma senda que você, mas seja extremamente criterioso nessa busca. Evite escorregar em padrões conhecidos. Fique atento porque este lugar aqui proposto requer um esforço inicial para que uma mudança efetiva se inaugure em você. Se acaso se perceber muito mental ou só emocional, saiba que está caminhando na direção oposta do que procura.

A parceria pode ser por meio de yoga, terapia, meditação ou por algum assunto que o envolva em criatividade e elaboração. Sempre elaboração sobre o vivenciado e esta pode vir em forma de insights e pensamentos, mas invariavelmente deverá acontecer, para que o agora esteja efetivamente presente e dinamizado em todos os seus momentos.

A Viagem da Alma: Desperte para seu Sonho


Bondade, honestidade, pureza de espírito, amor incondicional...Se pararmos numa banca de jornal para olhar as capas das inúmeras revistas hoje à venda, se ficarmos atentos ao conteúdo das novelas ou às noticias dos telejornais, teremos bastante dificuldade em encontrar os valores acima, praticamente sepultados por causa da divulgação de superficialidades, do mar de lama transbordando de todos os lados, sem falar das aberrações impressas e faladas que nos maltratam na intenção de nos manter assustados, desinformados e controlados, tentando tirar de nós o imenso poder que trazemos como seres humanos despertos e morada da divindade.

Talvez seja por esta razão, por esta asfixiante massificação à qual todos estamos expostos em maior ou menor grau, que os Guias insistem em repassar mensagens de alerta, em nos lembrar mais e mais que é o amor que rege o Universo e que esta vibração, este sentimento puro, não tem prazo de validade e, portanto, jamais perde sua força, permanece latente e disponível em nosso coração, nosso centro imortal, para quem deseja viver fiel à sua essência, depurando-se permanentemente, buscando a verdade acima de qualquer outro aspecto, aliviando seu fardo para deixar a caminhada por este planeta cada vez mais suave e bem sucedida.

Creio mesmo que somos muito afortunados, podendo hoje desfrutar da poderosa, interativa e aglutinadora ferramenta que é a Internet, recebendo pelo Site mensagens e exercícios que permitem a quem lê se beneficiar do conteúdo diariamente atualizado e participar ativamente, com suas intervenções e comentários, da vida do STUM. Tornando-se célula atuante em todos os níveis e dimensões, agindo de forma mais clara e desperta perante os múltiplos desafios do mundo material, sendo também aquela faísca, aquele farol de Luz amparando os navegantes no grande mar do Inconsciente Coletivo, no Cosmos infinito onde somos Um com o Todo e o pensamento se transmite instantaneamente e sem fronteiras. Portanto, enquanto aqui encarnados, precisamos continuar nossa ação, do jeito que nos é mais condizente, sem jamais perder a esperança e o sonho de transformar pelo amor este mundo; exemplo constante, pela nossa beleza interior, pela perseverança e coragem de estarmos compartilhando nossos valores, gerando uma energia que cresce e se espalha ao mantermos todos - quem sugere, quem escreve e quem lê e divulga -, a fé, a sintonia sutil, a ligação inabalável com a Fonte.

O desafio é muito grande, mas a inspiração que vem do Universo é poderosa e somente há um caminho sem volta que passa pela nossa evolução pessoal e pela das pessoas que nos cercam. Não é mais a secular evangelização das almas baseada nos diversos credos religiosos e sim a profunda expansão da consciência individual. Quem acompanha os boletins provavelmente conhece de cor as "armas" que devemos empregar e que, pacificamente, nos acompanharão no dia-a-dia: são as inúmeras práticas do autoconhecimento e de cura holística que formam um binômio inseparável; refiro-me às técnicas milenares que desvendam nossa personalidade, nossa missão de vida e que se fundem também na Unidade... Falo da Astrologia, da Numerologia, da Meditação, da Aura-Soma, das Imagens Mentais, dos Florais, das Terapias de Vidas Passadas, da Psicologia que se apóia na espiritualidade, nos oráculos como o I-Ching, o Tarô, as Runas, o interativo do Perdão, a Projeciologia - as viagens fora do corpo, as Constelações Familiares.

Não há como errar mais. O roteiro acima, da renovação da Alma tem transformado muita gente e com certeza, se V. chegou até aqui, sua vida também melhorou e algo também se modificou à sua volta de forma que V. está em sintonia firme com a Fonte... basta olhar para trás e lembrar aquele sentimento de insatisfação com sua própria vida, que o obrigou a buscar o desconhecido, o novo, abrindo sua Alma e permitindo que se despojasse de hábitos que não lhe pertenciam e crenças obsoletas e limitadoras.
V. também descobriu que o caminho é legal... que compensa cada passo dado, percebeu que as "armas" a serem utilizadas vibravam amor, respeito e paz; entendeu que são mais fortes que o melhor aço forjado e que bastou um ato de vontade para desembainhá-las e começar a suave luta, a revolução que brota de dentro de cada ser e que nos torna pessoas serenas, nos faz respirar profundamente de alívio a cada informação recebida, a cada sinal que nos toca, a cada palavra que chega até nós no momento certo e nos deixa com um sorriso aberto nos lábios, nos faz passar pelos contratempos da vida com mais sabedoria e menos sofrimento... nos dá a certeza de pertencer ao Todo e de poder contar com os Irmãos Invisíveis dos diversos planos, todos interligados por fios de energia sutil que formam assim uma Única Grande Alma. A mensagem é de infinita esperança. Ninguém pode esmorecer quando está perto de chegar em seu objetivo, de atingir seu propósito. Não há como vivermos longe do nosso berço espiritual, esquecendo nossa divindade e nossa capacidade de co-criar o belo, o correto e verdadeiro. Sabemos que estamos na sintonia da Luz, pois reencontramos - finalmente - o equilíbrio e a saúde. A comparação é definitiva... Mesmo no caos, ficamos em paz, centrados e coerentes, sempre atentos para amparar, quando necessário, todos os irmãos - despertos ou ainda anestesiados - que cruzarem nosso caminho. Mesmo morando numa selva de pedras, percebemos, agora, a vida se manifestando viçosamente numa planta esplêndida, nos cantos de uma pequena fresta na parede, ou os beija-flores que teimam em mostrar sua graciosidade desafiando os muitos gatos nas janelas dos vários apartamentos que oferecem generosos bebedouros... Esses e outros detalhes nos levam também a admirar a grande obra do Universo em todas suas manifestações.

Somos Um só, todos. Ninguém irá ficar de fora deste despertar da Humanidade; cada um tem sua responsabilidade, sua parte decisiva. Volto a lembrar daquele filme em que o menino tinha bolado uma corrente de amor. O que aconteceria se cada pessoa ajudasse ao menos uma outra? Algum dia, lá na China, talvez, alguém perguntaria ao outro se precisava de algo e este diria que não precisava mais, pois finalmente todos tinham feito sua parte. Por enquanto... o Universo ainda conta - e muito - contigo, comigo e com todos os que já conhecem o que a vida, de fato, representa. Abençoadas e abençoados sejam!

20 horas de silêncio por dia

20 HORAS DE SILÊNCIO POR DIA Fabrício Carpinejar  Não é hora de brincar. Não é hora de ser irônico. Não é hora de fazer piada. Não...