Não é hora de brincar. Não é hora de ser irônico. Não é hora de fazer piada. Não é hora de ostentar. Não é hora de fingir normalidade. Não é hora de ser egoísta. Não é hora de chamar atenção. Não é hora de querer destaque. Não é hora de festa. Não é hora de receber visitas. Não é hora de comícios e passeatas. Não é hora de praças lotadas. Não é hora de preparar churrasco para os amigos. Não é hora de beber e abraçar, de gritar “foda-se” pela janelas físicas e digitais, de soltar fogos de artifício, de não deixar os vizinhos dormirem pelo barulho. Não é hora de balada. Não é hora de virar as costas. Não é hora para perder a seriedade fúnebre. Não é hora de vídeos engraçadinhos sobre a pandemia no WhatsApp.
É grave debochar dos falecidos no epicentro da crise da saúde, é grave dançar com caixões, é grave rir de velórios e covas, é grave transferir o contexto de uma cultura africana de homenagem à memória do ente querido para escarnecer a esperança, é grave colocar coroas de flores sobre a cabeça como recepção de Honolulu.
Se cada morto diário no país pelo coronavírus merecesse um minuto de silêncio, passaríamos o dia inteiro calados. Estamos próximos de preencher os 1 440 minutos de um dia - já são 1179 vítimas. Sobra para dizer alguma coisa apenas quatro das nossas 24 horas.
A morte é um lugar sagrado dentro da educação e da decência.
Nem é por temer o que os familiares enlutados possam sentir. Devemos lembrar que os mortos ainda escutam. Tudo o que vai volta. E eles não perdoarão a sua omissão.
Depois que o pior passar, vai ficar um medo residual, não?
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Sim. Imagine como será para o público que frequenta shoppings, cafés e outros ambientes fechados. Mas in sex we trust (no sexo confiamos). Veja só: em Roma, o Papa suspendeu as missas uma semana antes de os grandes clubes de swing fecharem. O sexo resistiu uma semana a mais do que o Papa. Também na volta, é o que vai nos dar a coragem. O sexo é o que nos leva a modular, para não dizer quebrar, a quarentena. A maioria das pessoas pensa a quarentena em termos de “queria dar uma volta, ir ao bar, não aguento mais, as crianças estão sem aula”. Mas esquecemos os acidentados do sexo e do amor. Você imagina como caiu (o distanciamento social) para alguém que estava sozinho há um ano e meio e recém tinha começado um namoro? Ou para um casal que estava à beira de se separar? Sexo, aliás, é um dos principais assuntos entre meus pacientes. Perguntam se transar é permitido agora, dizem que não vão beijar, querem saber se faz diferença fazer vestido, por trás, em cima da mesa... Eu me encontrei em mais de uma situação tentando elaborar um kama sutra para tempos de coronavírus. Sou bastante indulgente com isso. Lembro que no início da epidemia de aids, nos anos 1980, nada era permitido. Nem sexo oral. As pessoas ficavam loucas. O efeito de tanta proibição foi negativo, “prefiro me contaminar logo”, pensavam alguns. Sexo e amor são muito importantes. A literatura está cheia de exemplos de que o sexo e o amor nos levam a arriscar a vida, não hesitamos muito.
- entrevista com o psicanlista Contardo Calligaris
Neste momento pelo qual este planeta passa, nós gostaríamos de conversar com os nossos irmãos, trazendo-lhes a lembrança de duas grandes obras de arte, ambas muito conhecidas, certamente, pela maioria dos irmãos que aqui se encontram: o quadro do pintor norueguês que nos traz a imagem do “Grito” e uma das mais lindas peças da música de toda a história, que é a “Ode à Alegria”.
No quadro é retratado o desespero, a angústia, a necessidade premente da alma humana de gritar e pedir socorro. Mas fica certamente uma incógnita sobre os reais motivos que passavam pela mente do artista e qual o verdadeiro propósito de uma imagem tão chocante, enquanto como arte é tão bela.
Será que aquele grito era um grito de revolta ou um grito de compreensão da nossa pequenez e da necessidade de buscar ajuda? Será que era apenas desespero ou uma chamada viva para que a humanidade pudesse refletir nas suas dores, nas suas lutas e nas suas deficiências?
Por certo, para muitas criaturas, a frase tão comum, de tempos em tempos, se repetirá: “o mundo nunca viveu tal luta, nunca passou por tão grande crise” e que “o fim está próximo”.
Mais uma vez, a lição que a vida nos conclama periodicamente é a de que entendamos a nossa pequenez, que nos coloquemos no nosso verdadeiro lugar para que aprendamos a lição do respeito e cuidado com tudo e todos, porque a fragilidade da criatura humana é imensa e ela precisa de forças externas que estimulem as suas forças internas, para que ela vença as suas próprias batalhas.
Outra vez, a Humanidade vive uma mesma fase: a grande e real situação é a da ilusão humana; a ilusão de se acreditar ser o suficientemente forte e que nada pode derrubar; a ilusão de que o poder, seja ele qual for, seria capaz de direcionar a Terra para os interesses mesquinhos dos grupos, querendo destituir o poder de Deus, o qual paira sobre toda a criação.
A Humanidade passa e passará ainda por situações extremamente difíceis, por não entender que um ser microscópio é capaz de tirar o equilíbrio de milhares e milhões de seres. Pela ilusão de que o dinheiro e o que ele representa são capazes de dar felicidade e o verdadeiro prazer, quando na verdade é um tesouro falso; e, na questão atual da Terra, uma moeda que não existe, pois o dinheiro apregoado pelo campo da economia e finanças e pelo o qual as criaturas lutam para retê-lo entre os seus dedos, é, como disse, uma ilusão.
No entanto, existe um outro lado.
Particularmente, a minha a minha alma se encanta com essa parte da sinfonia, desse que foi um dos maiores gênios da música universal. Uma canção composta para ser escutada por alguém que estava fisicamente incapaz de ouvi-la. Um canto harmônico, mavioso, maravilhoso, saído das mãos de um artista que escutava o seu trabalho com os ouvidos da alma, com as fímbrias do coração.
Com todas as suas lutas, com toda a incapacidade no final da vida, perdendo um dos instrumentos mais importantes para o seu trabalho criativo, ele convocava a Humanidade para ver o sofrimento por um outro modo e, apesar de toda a dificuldade, voltar-se para Deus e louvar a alegria de ser seu filho, a alegria de ter o dom da vida e a alegria de reconhecer que é possível fazer o belo, encantar-se com os homens, apesar de todas as lutas e tropeços da caminhada.
Desespero e pânico não nos auxiliarão, atualmente e nos dias próximos e vindouros. Negar o medo é negar o desconhecimento de tantas as coisas e que nós ainda não compreendemos. Mas que esse medo não sirva para atrapalhar a caminhada e sim, para nos ensinar a precaução, a noção de limite, a compreensão da nossa pequenez e, por consequência, a compreensão da grandeza do nosso Pai.
E independente da dor e do desafio, que busquemos forças na alma para louvar a Deus, louvar a alegria e dizer: Meu Pai, nós, teus filhos, te reconhecemos e reconhecemos a Tua Paternidade. Entregamo-nos em tuas mãos e felizes, reconhecemos a Tua Grandeza e Presença em nossas vidas. Queremos dizer ainda: Obrigado, muito obrigado!
Louvado seja o Senhor, louvada seja a Tua criação e que nos entreguemos a todo o momento ao Teu Poder.
Corona vírus? Há coisas mais mortais que isso. Relacionamentos tóxicos, por exemplo.
Quantos de vocês já foram infectados por essa bactéria que consome nossos dias, debilita totalmente nossa autoestima, enfraquece nossas capacidades de vermos com a razão e reconstruirmos o coração quebrado.
Voa por aí livre esse coronavírus dos relacionamentos. Ele mata lentamente e pode ficar incubado por anos. Conheço casos de pessoas que perderam anos de vida sem nem perceber a doença.
Anota aí os sintomas:
- Solidão (mesmo estando ao lado da pessoa).
- Autoestima no buraco.
- Aceitação de erros repetidos de quem parece não se importar com a dor que causa.
- Noites mal dormidas.
- Promessas não cumpridas.
- Anos que parecem ter sido jogados fora.
- Procrastinação sem atitude para sair daquilo.
- Auto-ilusão de que um dia o outro mudará.
Em caso desses sintomas sua sanidade deverá ser consultada.
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Quer saber o lado bom disso? O antídoto está em você.
Quer se arriscar trocados beijos e fluidos corporais? Pelo menos escolha alguém que lute por você e demonstre sempre não querer lhe ferir.
Todos nós precisaremos pegar ao menos uma vez esse vírus, todos nós precisaremos sobreviver para criarmos imunidade. O que não devemos aceitar é viver em quarentena de nós mesmos, isolados sobre os planos que não se realizaram e os momentos felizes que se tornaram tão raros se comparados a dor.
Seja a vacina que te liberta. Não deixe essa doença do medo e carência lhe tirarem o sorriso para a vida. E quando a cura for completa pode ter certeza que alguém irá amar se contaminar nessa nova e melhor pessoa que você se tornou.
O Coronavírus não é algo a ser levado na brincadeira. Nós, da redação do Casa.com.br, estamos trabalhando de casa, para diminuir as chances de contaminação do vírus – dos outros e de nós mesmos. Mas, pensando em quem está na quarentena voluntária, separamos algumas atividades para fazer em casa, sem riscos sanitários. Colocar os filmes em dia
Com a chegada do Covid-19, as empresas de TV a cabo NET, Sky e Claro liberaram os canais para que as pessoas possam se manter entretidas em casa. Isso inclui até mesmo os cobiçados “Telecines”. Então, aproveite para assistir todos os filmes de herói da Marvel que você perdeu.
Se você estiver na vibe de filmes sobre quarentenas e epidemias, aqui vão algumas sugestões: Moana, Eu Sou a Lenda, Contágio, Enrolados, Guerra Mundial Z e A Gripe.
Aqui você confere uma lista de matérias sobre séries
Arrumar o armário
Há quem diga que uma casa organizada é sinônimo de mente também em ordem. Pode ser verdade ou não, mas de qualquer forma, dá um prazer danado encontrar uma nova configuração para aqueles itens que antes estavam uma bagunça. Se é sanidade mental que você buscas, elencamos aqui 20 formas de organizar o armário do quarto!
Visite museus de forma virtual
Isso mesmo! Do conforto de casa é possível fazer tours virtuais por mais de 1.200 instituições ao redor do mundo. Dentre eles estão Guggenheim Museum, em Nova York e o J. Paul Getty Museum, em Los Angeles.
A desculpa de ter que dar uma saída não existe mais, então aquela bagunça no armário pode finalmente ser organizada.
Aqui você confere uma lista de matéria sobre as exposições virtuais do Google e muito mais sobre tecnologia!
Ler um monte
Esse é o melhor passatempo quando se está em casa. Seja um livro de histórias, poemas, contos, prepare uma boa xícara de chá de para a imunidade e mergulhe na literatura.
Cozinhar ( para quem gosta)
Essa é uma boa opção, especialmente para quem tem filhos e está em quarentena. Receitas simples, como bolos e biscoitos, são excelentes para que os pequenos possam se divertir.
Protagonizado por Sandra Bullock, o filme “Bird Box”, estreou na Netflix já fazendo barulho e dividindo opiniões. Há os que não se agradaram, os que gostaram muito e, como sempre, os que inevitavelmente comparam com o livro, já que “Bird Box” foi baseado no livro de mesmo nome de Josh Malerman – publicado no Brasil pela Editora Intrínseca com o título “Caixa de Pássaros”.
O filme mostra a história de pessoas que são obrigadas a viver escondidas e vendadas, pois criaturas misteriosas e não visíveis para quem assiste, provocam o suicídio em quem enxergá-las. O maior desafio da personagem de Sandra Bullock é levar seus dois filhos para um abrigo em segurança, mas todo trajeto deve ser feito com venda nos olhos.
Segundo algumas interpretações (muito bem elaboradas, diga-se de passagem), a diretora dinamarquesa Susanne Bier usa o tema do “pós apocaliptico” apenas como metáfora para passar outra mensagem: a questão da depressão que afeta mais e mais pessoas em todo o mundo a cada dia.
Aqui apresentamos uma análise elaborada pela psicologa Gabriela Granero, vale muito a pena a leitura.
No início do filme a personagem principal tem dificuldade de se vincular e mostra uma incapacidade de amar, pinta no quadro a solidão instaurada dentro de si, o que evidencia seus sintomas depressivos e uma latente infelicidade.
Correlacionado ao período que vivemos na qual depressão é a doença do nosso século.
Depois o filme mostra que a “coisa” está se espalhando por todos países e ninguém está imune, a não ser aqueles que não olham, a “coisa” que se espalha, faz uma analogia a sociedade contemporânea, da qual está adoecida, e todos estão se contaminando só de olhar uns para os outros.
Esse adoecimento contemporâneo pode ser visto na enorme quantidade de pessoas com transtornos mentais (depressão, pânico, toc, TAG), além do isolamento social, a invasão tecnológica, o excesso de consumismo, etc.
O pânico é muito bem representado no filme em diversas cenas, mas talvez a mais visível seja quando estão indo ao supermercado e o personagem negro se desespera.
Esses sofrimentos estão levando as pessoas ao suicídios, muito bem representada no filme.
Também podemos relacionar com a onda de suicídios coletivos ocorridos nesse últimos ano, em pessoas de todas as faixas etárias.
Para não se “contaminar” os personagens fecham os olhos, as vezes precisamos fechar os olhos frente aos disparadores que causam adoecimento na contemporaneidade para que possamos sobreviver, porém mais do que fechar os olhos é preciso descobrir uma nova forma de viver.
Porém, se reinventar constitui-se em um árduo trabalho, as vendas fazem alusão a:
Ah, como é difícil se acostumar a viver de uma outra maneira.
A travessia do rio no filme , representa as travessia diária que temos que fazer para não nos contaminarmos/adoecermos, porém essa travessia não é um caminho fácil mais composto de correntezas.
Além do que muitas vezes é preciso fazer difícies escolhas, como no momento que a personagem tem que escolher entre o garoto e a garota.
Quantas vezes na nossa vida não nos vemos em um beco sem saída? Sem saber qual decisão tomar?
Outro ponto são os “loucos” do filme, que fazem alusão aos transtornos mentais inerentes em todos ser humano, na qual ninguém está imune a escapar.
As cenas de suicídios, pânicos são chocantes e metaforicamente representam a fragilidade humana, o desespero muito bem retratado no filme, é o desespero interno que estamos vivenciando.
Outro ponto que não pode ser esquecido, é com relação aos pássaros, sensíveis a captar quando a “coisa” está chegando.
Quantas vezes sentimos uma “coisa” que não sabemos nomear, as vezes não somos capazes de reconhecer nossos próprios sentimentos.
Em uma determinada parte do filme, o personagem Tom diz que teve um sonho na qual os pássaros estavam em um ninho em cima da árvore, e eles foram embora e voaram.
Essa metáfora representa a liberdade emocional e social que todo ser humano almeja, mas que é muito difícil encontrar. Somos como pássaros presos em gaiolas.
As gaiolas representam a escravidão evidenciada no filme, as vendas fazem analogia ao fato de que não estamos vendo a gravidade da nossa situação, com o pânico instaurado a única saída possível é o suicídio. Será que não estamos engaiolados?
Será que não ouvimos vozes que nos querem convencer do contrários? Como a cena em que estão na floresta, a atriz principal e as crianças ouvem vozes que a confundem.
Quantas vozes nos atrapalham o nosso crescimento emocional?
Por fim, quando a personagem faz a travessia do rio, essa desenvolve a sua capacidade de amar, Tom não vai com ela, pois essa travessia é única, muitas vezes temos que fazer-la sozinha.
O final do filme é o mais surpreendente, os únicos que não foram contaminados são os cegos, outra metáfora muito forte.
Eles não vêem fisicamente, mas tem a habilidade de olhar internamente pra si, por isso não são “contaminados pela coisa”.
Ao final a personagem principal, aprende a amar e a lidar com seus sintomas depressivos, a capacidade de amar a salva da sua solidão e dá sentido a sua vida.
Ao dar um nome ao garota e a garota, fica nítido que ela perdeu o medo de se vincular. E perdeu o medo de perder as pessoas, já que essa perdeu sua irmã, sua amiga grávida e outros amigos.
Chegar na comunidade é alcançar a liberdade, representada ao soltar os pássaros da gaiolas, chegar a comunidade é desejo de alcançar a “cura” e mais do que isso fugir desse adoecimento contemporâneo.
Nessa comunidade as pessoas estão convivendo uma com as outras e as crianças estão brincando, e detalhe as crianças não estão no celular.
Porém, ainda sim, os personagens não alcançaram a liberdade em sua completude, pois estão presos em uma “gaiola de pessoas”.
Será possível alcançar a felicidade em sua plenitude?
O conceito de saúde mental de acordo com a OMS é “o completo bem estar físico, mental e social.”
Será possível alcançar essa completude? O sofrimento não é inerente a nossa condição?
Enfim, o filme está cheio de mensagens subliminares mas as vezes estamos com os olhos vendados e não conseguimos ver.
Gabriela Souza Granero é psicóloga,
pós-graduada em psicoterapia psicanálitica pelo Uni-Facef
Mestranda em Psicologia pela UFTM
Dizem que em Wuhan depois de tantos anos de barulho,
Você pode ouvir os pássaros novamente.
Dizem que depois de apenas algumas semanas de quietude
O céu não está mais cheio de fumaça
Mas azul e cinza e claro.
Dizem que nas ruas de Assis
As pessoas estão cantando umas para as outras através dos quarteirões vazios, mantendo as janelas abertas para que aqueles que estão sozinhos possam ouvir os sons das famílias próximas.
Dizem que um hotel no oeste da Irlanda
Está oferecendo refeições gratuitas e entrega em domicílio.
Hoje uma jovem que eu conheço está ocupada espalhando panfletos com o número dela pelo bairro
Para que os idosos possam ter alguém para ligar.
Hoje Igrejas, Sinagogas, Mesquitas e Templos estão se preparando para receber e abrigar os sem-teto, os doentes, os cansados.
Em todo o mundo, as pessoas estão desacelerando e refletindo.
Em todo o mundo, as pessoas estão olhando para seus vizinhos de uma nova maneira.
Em todo o mundo, as pessoas estão acordando para uma nova realidade.
Quão grande somos realmente.
Quão pouco controle realmente temos.
Para o que realmente importa
Amar.
Então oremos e lembremos que
Sim, há medo.
Mas não precisa haver ódio.
Sim, existe isolamento.
Mas não precisa haver solidão.
Sim, há pânico.
Mas não precisa haver maldade.
Sim, há doença.
Mas não tem que haver doença da alma.
Sim, existe até a morte.
Mas sempre pode haver um renascimento do amor.
Acorde para as escolhas que você faz sobre como viver agora.
Hoje respire.
Ouça, atrás dos ruídos fabricados pelo seu pânico.
Os pássaros estão cantando novamente.
O céu está clareando,
A primavera está chegando (no hemisfério norte).
E sempre somos envolvidos pelo amor.
Abra as janelas da sua alma.
E embora você não seja capaz tocar através do quarteirão vazio,
Cante.
Por Pe. Richard Hendrick, Ordem dos Frades Menores